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06 de Fevereiro de 2008

Jardim defende «pontes» com CDS/PP-M e MPT-M
O presidente do PSD-M, Alberto João Jardim, considera que o CDS/PP-M e o MPT-M são partidos autonomistas e devem reforçar aquilo que denomina de «arco autonómico», revelou à Agência Lusa.

Na moção que leva ao XII Congresso Regional da Madeira do PSD, Alberto João Jardim, que se recandidata a mais um mandato na liderança do partido, defende o reforço da bipolarização do espaço entre autonomistas e centralistas - «Arco da Autonomia».

Por isso, sugere que o novo presidente do PSD-M a ser empossado no Congresso Regional de 2011 deve estabelecer «pontes com o CDS/PP-M e o MPT-M para reforçar essa bipolarização entre autonomistas e centralistas».

João Jardim salienta que essa ligação poderá ser desempenhada com maior proveito pelo novo líder do partido e explica: «em 2011 terei 33 anos de poder e não há dúvida que, pelo caminho, ficam sempre marcas - desaguisados pessoais, pessoas mais sentidas, pessoas menos sentidas, pessoas que se afastaram, pessoas que nunca se aproximaram e, portanto, o novo líder do partido entra como que em estado de graça».

«Uma nova personalidade à frente do PSD-M, em 2011, sem os ónus que os combates duros dos últimos trinta anos acarretaram, parece reunir novas condições para reforçar o campo autonomista, chamando pequenas forças políticas que também reunam condições para se integrar nesta trincheira que denomino »Arco Autonomista«, defende João Jardim na sua moção »Vencer 2011«.

Alberto João Jardim coloca de fora os socialistas e os comunistas »por serem os dois grandes adversários da Madeira« assim como os »herdeiros do fascismo local que são aí de um pequeno partido que, no seu ódio à mudança que se fez na Madeira, até se juntam com o PCP e com o PS, o que deve ser, na extrema-direita, um caso único no mundo«.

»Mas há outros partidos - continua - falo do CDS/PP-M, falo do MPT-M, que têm uma orientação que considero também autonomista e como a bipolarização na Madeira não é entre partidos mas entre autonomistas e centralistas, eu penso que a maioria autonomista pode ainda ser reforçada com futuros entendimentos com esses pequenos partidos«.

Lembra que o CDS/PP-M representa cerca de seis por cento do eleitorado da Madeira e que o »MPT-M representou uma quebra com o centralismo do PS e, portanto, é um sector de ideologia socialista mas que tem uma visão autonomista ao contrário do PS-M«.

»Tratam-se de partidos com quem se deve estabelecer pontes até para reforçar essa bipolarização entre autonomistas e centralistas«, conclui à Lusa.

Diário Digital / Lusa
06-02-2008 15:18:00
publicado por Pedro Quartin Graça às 16:29
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