Blog pessoal criado em 2003
22 de Julho de 2007


Para participar no I Congresso Regional do MPT na Região Autónoma

PEDRO QUARTIN GRAÇA NA MADEIRA


O Presidente do Congresso do MPT participou neste domingo no Funchal no I Congresso Regional do Partido da Terra que constituiu formalmente esta estrutura na Madeira.

Perante mais de 200 militantes do MPT o deputado João Isidoro foi eleito Presidente do MPT-Madeira.
Neste Congresso com a presença do dirigente nacional Pedro Quartin Graça, foram aprovados os Estatutos com uma grande matriz regionalista e autonomista e a Moção de Estratégia Política Global.

Foram ainda eleitos diversos órgãos regionais do partido, nomeadamente o Conselho Regional, com 35 elementos, que irá eleger a Comissão Política com 15 elementos, a Comissão Executiva com 5 e o Vice-Presidente do MPT-Madeira. João Isidoro, Presidente do MPT-Madeira e os Conselhos Regionais de Jurisdição e Fiscalização Financeira, liderados respectivamente por Luísa Dias e Nélio Sousa, foram ainda eleitos por 185 votos a favor e 5 brancos, entre os 190 militantes presentes com direito a voto.

No encerramento, usaram da palavra, para além de João Isidoro, Pedro Quartin Graça, em representação nacional do MPT e Rita Pestana, ex-mandatária para as eleições regionais de 6 de Maio passado.
Pedro Quartin Graça fez uma intervenção que infra reproduzimos:
Senhora Presidente da Mesa do Congresso do MPT-Madeira
Senhor Presidente do MPT – Madeira
Senhoras Congressistas,
Senhores Congressistas,
Caros Amigos,

É com grande orgulho e satisfação que, na minha qualidade de Presidente do Congresso Nacional do MPT intervenho nesta sessão do I Congresso constitutivo do Partido da Terra - MPT – Madeira.

As saudações iniciais que vos dirijo são também em representação da Comissão Política Nacional do Partido da Terra, e em especial do seu Presidente, Paulo Noronha Trancoso, o qual me pediu para vos transmitir a sua satisfação pela realização hoje no Funchal deste I Congresso.

Depois de há alguns meses ter sido iniciado um trajecto vitorioso que culminou com a eleição do nosso amigo João Isidoro como Deputado à Assembleia Legislativa da Região, e para o qual os órgãos nacionais do MPT não deixaram de dar a sua modesta mas solidária contribuição, a realização neste mês de Julho no Funchal deste I Congresso é o sinal claro de que o Partido da Terra veio para ficar na Madeira.

O caminho que ora iniciam, alicerçado pela importante eleição de um Deputado para o Parlamento da Madeira, por tudo quanto isso representa em sede de visibilidade diária do MPT na Região, é uma caminho que conduzirá, estou certo, a outras e importantes vitórias das nossas cores, quer para as autarquias locais, já em 2009, quer para a futura eleição da nova Assembleia Legislativa da Madeira, em 2011, sem esquecer o contributo que o MPT – Madeira não deixará seguramente de dar para outras eleições como as do Parlamento Europeu e da Assembleia da República que se realizarão também no ano de 2009.

Temos pois muitos e novos desafios pela frente.

Mas estes desafios só são possíveis de serem ganhos se o MPT, e em concreto o MPT – Madeira, tiver propostas alternativas de governo para a Região.
Se tiver coisas novas a propor aos madeirenses e os porto-santenses. Se souber, melhor do que até hoje tem sido feito pelos partidos tradicionais, interpretar aquelas que são as necessidades e os desejos das populações.

E, quanto a isso, ou seja, quanto à existência de propostas alternativas e de soluções adequadas à satisfação dos anseios e das necessidades das pessoas devo-vos dizer que, muito sinceramente, não estou preocupado.

Em primeiro lugar, porque sei que aqueles que vão estar à frente dos destinos do MPT aqui na Madeira são, por natureza, pessoas com iniciativa e com capacidade de acção.

Em segundo lugar, porque se há coisa que não falta no MPT, ao contrário do que sucede noutros partidos, é um programa de acção política.

Mais importante do que saber se o MPT é um Partido de esquerda, de centro ou de direita, é ter a consciência de que o Partido da Terra se tem vindo a assumir, ao longo dos anos, e antes de mais, como um partido ecologista, tendo por base o humanismo e a solidariedade.

Defendemos a igualdade de condições e de dignidade para todos os portugueses e assumimos como alicerce da nossa acção política a defesa da Terra e o Eco-desenvolvimento como um novo modelo de desenvolvimento sustentável, participado pelas comunidades naturais e pelos cidadãos. Apontamos o actual modelo de crescimento económico como o principal factor de desequilíbrio social e de degradação dos recursos naturais, da marginalização social, da pobreza, da indignidade da pessoa humana e das doenças que alastram nas actuais sociedades.

Contrariamente a este modelo, o que propomos, o Eco-desenvolvimento, pressupõe uma visão humanista do Mundo, que exige atitudes e soluções globais perante os graves problemas que afligem os povos e deverá constituir o fundamento de um novo modelo de desenvolvimento.

Ora, o que defendemos envolve profundas alterações de comportamento e nos modos de fazer política que estão para além das reformas possíveis do contexto existente.

É por isto que acreditamos que este projecto constituirá, a breve prazo, um modo de sobrevivência e de salvaguarda dos valores fundamentais do equilíbrio entre o Homem e a Natureza e da solidariedade entre as pessoas e os povos.O MPT tem assim por objectivo promover a integração das suas propostas na prática política, a todos os níveis, incluindo o dos outros partidos.

À actual política praticada por profissionais pouco conscientes daquela que deve ser a causa pública, contrapomos uma política exercida por todos os cidadãos, aos mais diversos níveis de decisão, defendendo que todo o cidadão tem o direito e o dever de pôr as suas convicções e o seu conhecimento ao serviço da comunidade.

Foi nesta perspectiva que nos candidatamos à recente Eleição Intercalar para a Câmara Municipal de Lisboa, ou seja, com a convicção de que estamos a lançar a semente para um novo espaço político, indispensável ao futuro nacional.

E, devo dizer-vos, contrariamente ao que sucedeu com outros partidos políticos, e ainda que não tenha sido possível a eleição de uma representação na Câmara de Lisboa, os resultados alcançados não deixaram de ser animadores para as nossas cores, já que subimos 26% relativamente à votação que alcançáramos na última vez que tínhamos concorrido à referida eleição, no ano de 2002.

É portanto nas mãos dos cidadãos que deixamos a possibilidade de reforçar este espaço cívico, de dar corpo a esta ideia, vida a este projecto e à possibilidade de introduzir uma ruptura no bloqueio em que a actual democracia portuguesa parece encontrar-se.

Será também isso o que sucederá aqui na Madeira, estou certo.

Uma nova forma de fazer política. Uma relação de proximidade com as pessoas que fará com que estas reconheçam nos seus representantes as mulheres e os homens capazes de os representar com orgulho e dignidade junto dos vários órgãos de poder.

Será esta seguramente a postura que os representantes do MPT na Madeira não deixarão de ter durante o exercício das funções que ora iniciam e os quais gostaria de saudar neste momento histórico em que damos vida a um novo Partido na Região.

Viva o MPT!

Viva a Madeira!
publicado por Pedro Quartin Graça às 23:13
16 de Julho de 2007


MPT SUBIU 26% RELATIVAMENTE ÀS ULTIMAS ELEIÇÕES A QUE CONCORREU!

MENSAGEM PESSOAL DO "CABEÇA DE LISTA"
PEDRO QUARTIN GRAÇA

O MPT - PARTIDO DA TERRA registou uma subida substancial na sua votação em Lisboa se comparado com a votação obtida em 2001 (0,43%) ou seja, na última vez em que se apresentou em listas próprias em Lisboa.

Ainda que descendo em número de votos obtidos (menos 300 votos - Mas que partidos não desceram? Quase todos...), o Partido da Terra foi dos poucos partidos concorrentes que se pode orgulhar de não ter descido nas intenções de voto. Muito pelo contrário! Subiu e subiu concretamente 26%! Quantos poderão afirmar o mesmo? Para quem nos dava 0,0% e nos condenava inapelavelmente ao último lugar ou nos convidava a desistir, a resposta aqui está!

A todos quantos em nós votaram ou nos apoiaram o meu muito obrigado!

Mas presente eleição permitiu também, na minha opinião, "clarificar as águas" e perceber definitivamente quem está do lado do MPT e quem, ainda que historicamente ou formalmente ligado ao MPT, fez "jogo duplo" , candidatando-se ou apoiando outras formações políticas ou concorrentes a estas eleições.

Deste facto não poderemos deixar de retirar as devidas consequências para o futuro.

Da minha parte não contemporarizarei com a manutenção no MPT de todos quantos não souberam, com dignidade, e antes das eleições, entregar o seu cartão de filiado e, de forma indigna, puseram interesses pessoais à frente dos ideais políticos.

Felizmente este acto eleitoral trouxe ao nosso convívio novos e combativos militantes pelas causas que defendemos e que não deixarão de constituir uma importante base para os combates futuros.

Em 2009 enfrentaremos novos e importantes desafios eleitorais. O MPT deve desde já preparar-se, em termos de organização, para esses combates.

Quanto a nós, cá estaremos para, com redobrado ânimo, ajudar a divulgar a nossa mensagem. Para bem de Portugal e dos Portugueses!

Pedro Quartin Graça

Nota: O Blogue http://7colinas-7medidas.blogspot.com/, que foi por mim exclusivamente criado e "alimentado" para efeitos das Eleições de Lisboa, vê a sua existência chegar ao fim hoje. Continuarei a divulgar as minhas actividades aqui, neste meu no meu Blogue pessoal.

Espero a vossa visita e os vossos comentários!
publicado por Pedro Quartin Graça às 13:33
11 de Julho de 2007

Lisboa

Candidato do MPT suspira por sol e mar confiante em «surpresa» eleitoral

Pedro Quartin-Graça está esperançado numa «surpresa» eleitoral no próximo domingo que permita ao cabeça-de-lista do Movimento Partido da Terra poder finalmente ter um lugar na autarquia

Numa acção de campanha sob sol escaldante, Pedro Quartin Graça chega atrasado devido ao trânsito invulgar para um sábado, mas compreensível, tratando-se de um dia de partida para férias de muitas pessoas.
Por enquanto, Quartin Graça só consegue apanhar sol na cabeça, numa campanha que «por opção e por falta de orçamento» não tem arruadas nem outros figurinos habituais em outros partidos: só «saídas temáticas para contactar com as pessoas».
«Estou convencido que o nosso resultado [nas eleições intercalares de 15 de Julho] será uma surpresa», afirma o candidato, justificando a expectativa com as «muitas manifestações de solidariedade» que afirma receber «por telefone e por e-mail».As sondagens que atribuem 0,0 por cento de intenções de voto no MPT não assustam Quartin Graça, que lembra que as sondagens também não previram a eleição de um deputado do partido, João Isidoro, para o parlamento regional madeirense.
Independentemente do resultado que o MPT obtiver em Lisboa, terá um ponto alto em Julho com a sua fundação oficial na Madeira, com 300 militantes e «uma nova responsabilidade e importância na região».Para já, Pedro Quartin Graça concentra-se em Lisboa, tanto na campanha como na frequência dos plenários da Assembleia da República, que faz questão de manter.
O dia começa «às 06h15» e às sete da manhã o candidato já está a actualizar o seu blogue de campanha, antes de levar a filha à escola e se dedicar depois à coordenação da campanha, resposta a inquéritos, devolver e-mails e telefonemas.
Sem orçamento para cartazes ou panfletos, o MPT orgulha-se de «ter sido o primeiro partido português a ter uma página na Internet, um meio que utiliza cada vez mais».Não há estrategas «profissionais» na campanha do MPT: Pedro Quartin Graça anda com o seu carro - frisando que fora de campanha tenta utilizar o mais possível os transportes públicos - e o mandatário, António Arruda, faz ainda a «dobradinha» como «fotógrafo oficial».
Além de lamentar ainda estar «pálido» por falta de praia, Pedro Quartin Graça sente os efeitos da campanha «na falta de descanso e na colisão com as rotinas familiares».Mas poderá matar a sede de areia e mar já no próximo domingo, apontando para a tarde uma ida ou à Caparica ou ao Guincho, antes de aguardar na sede do MPT o desenrolar da noite eleitoral.
Apesar de apontar a falta de cobertura de mediática das acções do MPT, Pedro Quartin Graça afirma-se «satisfeito» com a pré-campanha.
No centro do programa do MPT, o Plano Verde de Lisboa, que teve como um dos seus mentores Gonçalo Ribeiro Telles, fundador do MPT que nestas eleições intercalares apoia o Bloco de Esquerda, cujo candidato, José Sá Fernandes, tem também professado o plano como uma das bandeiras de candidatura.
«O Plano Verde é da cidade, assim até parece que foi Sá Fernandes o primeiro a defendê-lo», avança Quartin Graça, ressalvando que não quer «dizer mal» do adversário e afirmando que «o MPT luta para que a sua aplicação seja uma realidade».

Lusa / SOL
publicado por Pedro Quartin Graça às 07:35
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Com o relvas à ilharga só pode perder!
Não ao servilismo em relação a outros estados; sim...
Considero este texto extremamente rico, ao abordar...
Só uma palavra: concordo!
Obrigado pelo seu comentário.PQG
Lembro-me perfeitamente desse dia trágico: a surpr...
É lamentável, cada vez dou-Lhe menos crédito. Mona...
De acordo com os seus pressupostos mas....como diz...
Caro Dr. Pedro Quartin Graça, em obrigação para co...
Muito lhe agradeço a sua atenção! Parabéns!
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