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18 de Julho de 2006


MARINA DO PARQUE DAS NAÇÕES - PEDRO QUARTIN GRAÇA INTERROGA RESPONSÁVEIS PELO "MAIOR TANQUE DE LAMA DA EUROPA"

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O Deputado do MPT Pedro Quartin Graça enviou um conjunto de 4 requerimentos respeitantes à lamentável situação da Marina do Parque das Nações os quais foram profusamente divulgados na imprensa nacional de dia 18 de Julho, nomeadamente os jornais "Jornal de Notícias", "Correio da Manhã", "Notícias de Lisboa", "Destak", entre outros.

Reproduzimos infra os requerimentos em causa bem como algumas da notícias publicadas.

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A Sua Excelência o
Senhor Presidente da
Assembleia da República



REQUERIMENTO


1. A Marina do Parque das Nações encontra-se em absoluto estado de desleixo e abandono, visível aos olhos de todos os seus visitantes, nacionais e estrangeiros.

2. Trata-se da única saída para o mar da zona da Expo 98 – a Exposição dos Oceanos – que projectou Portugal além fronteiras, e constitui uma infra-estrutura única da cidade de Lisboa.

3. A ANMPN – Associação Náutica da Marina do Parque das Nações tem vindo, nos últimos quatro anos, junto das mais diversas entidades com responsabilidade directa ou indirecta por todo aquele espaço, de uma forma corajosa, sistemática e coerente, a denunciar o ultrajante e chocante estado de degradação de toda a infra-estrutura.

4. É verdadeiramente estranho, e mesmo caricato, o estado a que chegou a zona ribeirinha do rio Tejo, quando confrontado com as declarações de diversos responsáveis, autárquicos e governamentais, os quais afirmam que a dinamização do turismo na região de Lisboa depende, em grande parte, da criação de novas infra-estruturas náuticas, da recuperação e melhoramento das já existentes, dotando-as de originalidade e excelência.

5. A atentar pelas imagens da realidade deplorável das margens do rio, nomeadamente na zona do Parque das Nações, actualmente a mais visitada do país, onde a marina foi convertida no "Maior Tanque de Lama da Europa", é difícil acreditar que entidades que tanto apregoam, sejam capaz de concretizar algo, considerando o tempo decorrido em que pouco ou nada se fez pelo rio e suas margens.

6. A verdade é que, lamentavelmente não foi ainda possível sensibilizar e impressionar os principais responsáveis, que têm na prática vindo a assumir uma postura de total passividade perante a realidade dramática de toda a zona da Marina do Parque das Nações.

7. Aparentemente, nem a próxima realização da Regata dos Grandes Veleiros – "Tall Ships Race" – tem sido motivo bastante para desbloquear o processo, de modo a ser possível afixar no local um Cartaz com o desenho da nova marina e calendário da obra que, de alguma forma, amenizasse o deplorável estado em que se encontra toda a zona ribeirinha da marina.

8. Aproximando-se a Presidência portuguesa da União Europeia, que será instalada no Pavilhão Atlântico, durante o 2º semestre de 2007, é, no mínimo incompreensível e chocante poder sequer imaginar que a referida presidência funcione a paredes meias com a Marina nas condições em que a mesma se encontra.

9. Tal seria uma verdadeira vergonha que deixaria embaraçadas todas as entidades nacionais e constituiria um péssimo cartão de vista de um país como Portugal!

10. Efectivamente, se o projecto de recuperação da marina não for desbloqueado rapidamente, a Presidência Portuguesa da União Europeia (2ºSemestre de 2007) ficará instalada a menos de meia milha náutica do Maior Tanque de Lama da Europa.

Nestes termos,

Vem o Deputado abaixo-assinado ora requerer à Câmara Municipal de Lisboa, na pessoa do seu Presidente, ao abrigo das disposições aplicáveis da Constituição da República Portuguesa e do Regimento da Assembleia da República, que lhe seja prestada integral informação sobre:

1. Pretende a Câmara Municipal de Lisboa que a Presidência Portuguesa da União Europeia tenha lugar junto ao “maior tanque de lama da Europa”?

2. Caso a resposta anterior seja negativa, e atendendo que serão, em estimativa, necessários cerca de 10 meses para concretizar a obra de recuperação, que medidas pensa essa entidade tomar no sentido de proceder à urgente recuperação da Marina, desbloqueando o seu processo de reabilitação, para que aquela zona esteja devidamente recuperada no Verão de 2007?

3. Qual a posição face ao impasse em que se encontra o processo de reabilitação da Marina do Parque das Nações, considerando que, após apurados estudos técnicos, o projecto para recolocar a marina em operação ficou concluído no final de 2004, ou seja, há mais de um ano e meio?

4. Não deveria a CML assumir uma posição de concertação das partes envolvidas e pugnar pela retoma de toda a infra-estrutura, considerando que a Marina do Parque das Nações é única na capital do país de marinheiros que afirma defender os mares e oceanos, deles tirando partido, honrando a história de todo um povo e nossa vocação marítima e atlântica?


Assembleia da República, Lisboa, 17 de Julho de 2006


O DEPUTADO


Pedro Quartin Graça

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A Sua Excelência o
Senhor Presidente da
Assembleia da República



REQUERIMENTO


1. A Marina do Parque das Nações encontra-se em absoluto estado de desleixo e abandono, visível aos olhos de todos os seus visitantes, nacionais e estrangeiros.

2. Trata-se da única saída para o mar da zona da Expo 98 – a Exposição dos Oceanos – que projectou Portugal além fronteiras, e constitui uma infra-estrutura única da cidade de Lisboa.

3. A ANMPN – Associação Náutica da Marina do Parque das Nações tem vindo, nos últimos quatro anos, junto das mais diversas entidades com responsabilidade directa ou indirecta por todo aquele espaço, de uma forma corajosa, sistemática e coerente, a denunciar o ultrajante e chocante estado de degradação de toda a infra-estrutura.

4. É verdadeiramente estranho, e mesmo caricato, o estado a que chegou a zona ribeirinha do rio Tejo, quando confrontado com as declarações de diversos responsáveis, autárquicos e governamentais, os quais afirmam que a dinamização do turismo na região de Lisboa depende, em grande parte, da criação de novas infra-estruturas náuticas, da recuperação e melhoramento das já existentes, dotando-as de originalidade e excelência.

5. A atentar pelas imagens da realidade deplorável das margens do rio, nomeadamente na zona do Parque das Nações, actualmente a mais visitada do país, onde a marina foi convertida no "Maior Tanque de Lama da Europa", é difícil acreditar que entidades que tanto apregoam, sejam capaz de concretizar algo, considerando o tempo decorrido em que pouco ou nada se fez pelo rio e suas margens.

6. A verdade é que, lamentavelmente não foi ainda possível sensibilizar e impressionar os principais responsáveis, que têm na prática vindo a assumir uma postura de total passividade perante a realidade dramática de toda a zona da Marina do Parque das Nações.

7. Aparentemente, nem a próxima realização da Regata dos Grandes Veleiros – "Tall Ships Race" – tem sido motivo bastante para desbloquear o processo, de modo a ser possível afixar no local um Cartaz com o desenho da nova marina e calendário da obra que, de alguma forma, amenizasse o deplorável estado em que se encontra toda a zona ribeirinha da marina.

8. Aproximando-se a Presidência portuguesa da União Europeia, que será instalada no Pavilhão Atlântico, durante o 2º semestre de 2007, é, no mínimo incompreensível e chocante poder sequer imaginar que a referida presidência funcione a paredes meias com a Marina nas condições em que a mesma se encontra.

9. Tal seria uma verdadeira vergonha que deixaria embaraçadas todas as entidades nacionais e constituiria um péssimo cartão de vista de um país como Portugal!

10. Efectivamente, se o projecto de recuperação da marina não for desbloqueado rapidamente, a Presidência Portuguesa da União Europeia (2ºSemestre de 2007) ficará instalada a menos de meia milha náutica do Maior Tanque de Lama da Europa.

Nestes termos,

Vem o Deputado abaixo-assinado ora requerer ao Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, ao abrigo das disposições aplicáveis da Constituição da República Portuguesa e do Regimento da Assembleia da República, que lhe seja prestada integral informação sobre:

1. Pretende o Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, que a Presidência Portuguesa da União Europeia tenha lugar junto ao “maior tanque de lama da Europa”?

2. Caso a resposta anterior seja negativa, e atendendo que serão, em estimativa, necessários cerca de 10 meses para concretizar a obra de recuperação, que medidas pensa essa entidade tomar no sentido de proceder à urgente recuperação da Marina, desbloqueando, ou ajudando a desbloquear o seu processo de reabilitação, para que aquela zona esteja devidamente recuperada no Verão de 2007?

3. Qual é a posição do Ministério, face à passividade que até hoje tem demonstrado junto da empresa que tutela – Parque Expo, a verdadeira responsável pelo estado de degradação de toda a infra-estrutura, considerando que, como foi várias vezes foi referido pelas sucessivas administrações da Parque Expo, a Marina constitui um pilar estruturante do projecto global do Parque das Nações, que resultou da Expo dos Oceanos?

4. Em concreto, o que pretende esse Ministério fazer, já que nada fez até agora?


Assembleia da República, Lisboa, 17 de Julho de 2006


O DEPUTADO


Pedro Quartin Graça

_________________________


A Sua Excelência o
Senhor Presidente da
Assembleia da República



REQUERIMENTO


1. A Marina do Parque das Nações encontra-se em absoluto estado de desleixo e abandono, visível aos olhos de todos os seus visitantes, nacionais e estrangeiros.

2. Trata-se da única saída para o mar da zona da Expo 98 – a Exposição dos Oceanos – que projectou Portugal além fronteiras, e constitui uma infra-estrutura única da cidade de Lisboa.

3. A ANMPN – Associação Náutica da Marina do Parque das Nações tem vindo, nos últimos quatro anos, junto das mais diversas entidades com responsabilidade directa ou indirecta por todo aquele espaço, de uma forma corajosa, sistemática e coerente, a denunciar o ultrajante e chocante estado de degradação de toda a infra-estrutura.

4. É verdadeiramente estranho, e mesmo caricato, o estado a que chegou a zona ribeirinha do rio Tejo, quando confrontado com as declarações de diversos responsáveis, autárquicos e governamentais, os quais afirmam que a dinamização do turismo na região de Lisboa depende, em grande parte, da criação de novas infra-estruturas náuticas, da recuperação e melhoramento das já existentes, dotando-as de originalidade e excelência.

5. A atentar pelas imagens da realidade deplorável das margens do rio, nomeadamente na zona do Parque das Nações, actualmente a mais visitada do país, onde a marina foi convertida no "Maior Tanque de Lama da Europa", é difícil acreditar que entidades que tanto apregoam, sejam capaz de concretizar algo, considerando o tempo decorrido em que pouco ou nada se fez pelo rio e suas margens.

6. A verdade é que, lamentavelmente não foi ainda possível sensibilizar e impressionar os principais responsáveis, que têm na prática vindo a assumir uma postura de total passividade perante a realidade dramática de toda a zona da Marina do Parque das Nações.

7. Aparentemente, nem a próxima realização da Regata dos Grandes Veleiros – "Tall Ships Race" – tem sido motivo bastante para desbloquear o processo, de modo a ser possível afixar no local um Cartaz com o desenho da nova marina e calendário da obra que, de alguma forma, amenizasse o deplorável estado em que se encontra toda a zona ribeirinha da marina.

8. Aproximando-se a Presidência portuguesa da União Europeia, que será instalada no Pavilhão Atlântico, durante o 2º semestre de 2007, é, no mínimo incompreensível e chocante poder sequer imaginar que a referida presidência funcione a paredes meias com a Marina nas condições em que a mesma se encontra.

9. Tal seria uma verdadeira vergonha que deixaria embaraçadas todas as entidades nacionais e constituiria um péssimo cartão de vista de um país como Portugal!

10. Efectivamente, se o projecto de recuperação da marina não for desbloqueado rapidamente, a Presidência Portuguesa da União Europeia (2ºSemestre de 2007) ficará instalada a menos de meia milha náutica do Maior Tanque de Lama da Europa.

Nestes termos,

Vem o Deputado abaixo-assinado ora requerer à Associação do Turismo de Lisboa, na pessoa do seu Presidente, ao abrigo das disposições aplicáveis da Constituição da República Portuguesa e do Regimento da Assembleia da República, que lhe seja prestada integral informação sobre:

1. Pretende a Associação do Turismo de Lisboa que a Presidência Portuguesa da União Europeia tenha lugar junto ao “maior tanque de lama da Europa”?

2. Qual é a posição da Associação do Turismo de Lisboa quanto à dinamização das zonas ribeirinhas da Capital e do fomento do turismo de vertente náutica, face ao estado de desleixo e abandono de uma parte significativa da frente ribeirinha do rio Tejo, com principal incidência na Marina do Parque das Nações e Doca do Poço do Bispo, e das consequências negativas daí resultantes para o desenvolvimento do turismo na capital?

3. Como é possível manter uma quase indiferença a tamanha vergonha e exemplar espectáculo de incúria, irresponsabilidade, desmazelo e desprezo, por tudo o que significa e que daí resulta em termos de consequências futuras para a cidade e para o próprio país, a continuação da Marina do Parque das Nações convertida no " maior Tanque de Lama da Europa"?

4. Que medidas estão a ser tomadas para assegurar que a Marina estará recuperada até à ocorrência do Evento WaterfrontExpo – 2007, que visa celebrar e promover pelo mundo fora, bons exemplos de recuperação de zonas ribeirinhas, e cuja candidatura foi efectuada com base num "case study" da zona da Expo’98?



Assembleia da República, Lisboa, 17 de Julho de 2006


O DEPUTADO


Pedro Quartin Graça

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A Sua Excelência o
Senhor Presidente da
Assembleia da República



REQUERIMENTO


1. A Marina do Parque das Nações encontra-se em absoluto estado de desleixo e abandono, visível aos olhos de todos os seus visitantes, nacionais e estrangeiros.

2. Trata-se da única saída para o mar da zona da Expo 98 – a Exposição dos Oceanos – que projectou Portugal além fronteiras, e constitui uma infra-estrutura única da cidade de Lisboa.

3. A ANMPN – Associação Náutica da Marina do Parque das Nações tem vindo, nos últimos quatro anos, junto das mais diversas entidades com responsabilidade directa ou indirecta por todo aquele espaço, de uma forma corajosa, sistemática e coerente, a denunciar o ultrajante e chocante estado de degradação de toda a infra-estrutura.

4. É verdadeiramente estranho, e mesmo caricato, o estado a que chegou a zona ribeirinha do rio Tejo, quando confrontado com as declarações de diversos responsáveis, autárquicos e governamentais, os quais afirmam que a dinamização do turismo na região de Lisboa depende, em grande parte, da criação de novas infra-estruturas náuticas, da recuperação e melhoramento das já existentes, dotando-as de originalidade e excelência.

5. A atentar pelas imagens da realidade deplorável das margens do rio, nomeadamente na zona do Parque das Nações, actualmente a mais visitada do país, onde a marina foi convertida no "Maior Tanque de Lama da Europa", é difícil acreditar que entidades que tanto apregoam, sejam capaz de concretizar algo, considerando o tempo decorrido em que pouco ou nada se fez pelo rio e suas margens.

6. A verdade é que, lamentavelmente não foi ainda possível sensibilizar e impressionar os principais responsáveis, que têm na prática vindo a assumir uma postura de total passividade perante a realidade dramática de toda a zona da Marina do Parque das Nações.

7. Aparentemente, nem a próxima realização da Regata dos Grandes Veleiros – "Tall Ships Race" – tem sido motivo bastante para desbloquear o processo, de modo a ser possível afixar no local um Cartaz com o desenho da nova marina e calendário da obra que, de alguma forma, amenizasse o deplorável estado em que se encontra toda a zona ribeirinha da marina.

8. Aproximando-se a Presidência portuguesa da União Europeia, que será instalada no Pavilhão Atlântico, durante o 2º semestre de 2007, é, no mínimo incompreensível e chocante poder sequer imaginar que a referida presidência funcione a paredes meias com a Marina nas condições em que a mesma se encontra.

9. Tal seria uma verdadeira vergonha que deixaria embaraçadas todas as entidades nacionais e constituiria um péssimo cartão de vista de um país como Portugal!

10. Efectivamente, se o projecto de recuperação da marina não for desbloqueado rapidamente, a Presidência Portuguesa da União Europeia (2ºSemestre de 2007) ficará instalada a menos de meia milha náutica do Maior Tanque de Lama da Europa.

Nestes termos,

Vem o Deputado abaixo-assinado ora requerer à Parque EXPO 98, SA, na pessoa do seu Presidente, ao abrigo das disposições aplicáveis da Constituição da República Portuguesa e do Regimento da Assembleia da República, que lhe seja prestada integral informação sobre:

1. Pretende a Parque EXPO 98, SA que a Presidência Portuguesa da União Europeia tenha lugar junto ao “maior tanque de lama da Europa”?

2. Qual é a posição da Parque EXPO 98, SA face ao estado de desleixo e abandono da Marina do Parque das Nações?

3. Como é possível manter uma quase indiferença a tamanha vergonha e exemplar espectáculo de incúria, irresponsabilidade, desmazelo e desprezo, por tudo o que significa e que daí resulta em termos de consequências futuras para a cidade e para o próprio país, a continuação da Marina do Parque das Nações convertida no " maior Tanque de Lama da Europa"?

4. Que medidas estão a ser tomadas para assegurar que a Marina estará recuperada até à ocorrência do Evento WaterfrontExpo – 2007, que visa celebrar e promover pelo mundo fora, bons exemplos de recuperação de zonas ribeirinhas, e cuja candidatura foi efectuada com base num "case study" da zona da Expo’98?


Assembleia da República, Lisboa, 17 de Julho de 2006


O DEPUTADO


Pedro Quartin Graça

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RECORTES DE IMPRENSA

Jornal de Notícias:

PSD contesta "desleixo" na marina


O PSD questionou ontem diversas entidades, entre as quais o Ministério do Ambiente e a Câmara de Lisboa, sobre as medidas previstas para a recuperação da marina do Parque das Nações, encerrada há vários anos.

O deputado social-democrata Pedro Quartin Graça entregou na Assembleia da República quatro requerimentos, dirigidos ao Ministério do Ambiente, Câmara Municipal de Lisboa, Parque Expo e Associação de Turismo de Lisboa, criticando o «absoluto estado de desleixo e abandono» em que se encontra a marina. Nos requerimentos, o deputado defende que a marina, construída na altura da Expo'98 e encerrada há vários anos, está transformada no «maior tanque de lama da Europa».

«É verdadeiramente estranho, e mesmo caricato, o estado a que chegou a zona ribeirinha do Tejo», tendo em conta «declarações de responsáveis autárquicos e governamentais, que afirmam que a dinamização do turismo na região de Lisboa depende, em grande parte, de criação de novas infra-estruturas náuticas, da recuperação e melhoramento das já existentes, dotando-as de originalidade e excelência», sublinha o requerimento do PSD.

A realização, no próximo ano, da regata dos grandes veleiros e do evento WaterfrontExpo, «que visa celebrar e promover pelo mundo fora bons exemplos de recuperação das zonas ribeirinhas», e a presidência portuguesa da União Europeia, que funcionará no Pavilhão Atlântico, são iniciativas que deverão motivar o desbloqueio do projecto de recuperação da marina, defende Quartin Graça.

O deputado refere que as obras de reabilitação deverão demorar dez meses, questionando o Ministério do Ambiente e a Câmara sobre que medidas pensam tomar, «desbloqueando ou ajudando a desbloquear» o processo de reabilitação de forma a que a zona esteja recuperada no próximo Verão.

Pedro Quartin Graça pergunta ainda à autarquia se «não deveria assumir uma posição de concertação das partes envolvidas e pugnar pela retoma de toda a infra-estrutura?».
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Notícias da Manhã:

Marina da Expo é “o maior tanque de lama da Europa”

Terça-Feira, 18 de Julho de 2006

O deputado “laranja” Pedro Quartin Graça entregou ontem na Assembleia da República quatro requerimentos, dirigidos ao Ministério do Ambiente, Câmara Municipal de Lisboa, Parque Expo e Associação de Turismo de Lisboa, em que critica o “absoluto estado de desleixo e abandono” em que se encontra a marina do Parque das Nações. Nos requerimentos, o deputado defende que a marina, construída na altura da realização da Expo’98 e encerrada há vários anos, está transformada no “maior tanque de lama da Europa”.”É verdadeiramente estranho, e mesmo caricato, o estado a que chegou a zona ribeirinha do Rio Tejo”, tendo em conta “declarações de responsáveis autárquicos e governamentais, que afirmam que a dinamização do turismo na região de Lisboa depende, em grande parte, de criação de novas infra-estruturas náuticas, da recuperação e melhoramento das já existentes, dotando-as de originalidade e excelência”, sublinha o requerimento do PSD.A realização, no próximo ano, da regata dos grandes veleiros e do evento WaterfrontExpo, “que visa celebrar e promover pelo mundo fora bons exemplos de recuperação das zonas ribeirinhas”, bem como a presidência portuguesa da União Europeia (que funcionará no Pavilhão Atlântico), são iniciativas que deverão motivar o desbloqueio do projecto de recuperação da marina, defende Quartin Graça.O deputado refere que as obras de reabilitação deverão demorar dez meses, questionando o Ministério do Ambiente e a Câmara sobre que medidas pensam tomar, de forma a que a zona esteja recuperada no Verão do próximo ano.
publicado por Pedro Quartin Graça às 17:29
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