Blog pessoal criado em 2003
02 de Fevereiro de 2012

Subscritores exigem um Chefe de Estado "supra-partidário"

Gonçalo Ribeiro Telles, Miguel Esteves Cardoso e Pedro Quartin Graça são alguns dos nomes que subscrevem um manifesto divulgado esta quarta-feira que defende o regresso da Monarquia porque a situação do país exige um Chefe de Estado "supra-partidário".

 

Perante um regime em liberdade mas em que a verdadeira democracia está ausente, torna-se urgente uma chefia de Estado independente e supra-partidária. Isto só pode ser garantido, zelado e velado por um Chefe de Estado eleito pela história", lê-se no texto com o título ‘Manifesto: Instaurar a Democracia, Restaurar a Monarquia’.

Os subscritores realçam os "dias difíceis" que o País vive e dizem que o duque de Bragança, Duarte Nuno, "único e legítimo pretendente ao trono português, poderá dignificar a chefia de Estado portuguesa. Pela história que representa e que nos une. Pela liberdade que garante a ausência total de facturas a qualquer eleitorado ou clientela".

Em declarações à agência Lusa, Pedro Quartin Graça acrescentou que o grupo manifesta assim "um conjunto de preocupações relativamente ao estado do País e ao actual estado das instituições nacionais, em concreto, as mais altas e a própria Presidência da República".

Quartin Graça diz que os Presidentes são genericamente candidatos de partidos e eleitos por "clientelas partidárias" das quais, no exercício do cargo, não se conseguem afastar e ter o "necessário distanciamento".

Já um rei não teria de se confrontar com este "jogo político", além de ser uma pessoa que compreende "o passado, a história e a tradição" podendo desta forma "projectar o futuro" do País melhor que ninguém.

Quartin Graça reforçou ainda a ideia contida no texto do manifesto sobre a "situação de liberdade" mas não de democracia plena em que vive hoje Portugal por causa da assistência financeira externa, que mantém reféns as instituições nacionais de uma "agenda" exterior, algo.

"O rei, pela natureza da sua função", nunca ficaria refém dessa "agenda externa", considerou.

O advogado Abel Silva Mota, o empresário António Pinto Coelho, o historiador Filipe Ribeiro de Menezes, o jornalista Nuno Miguel Guedes e o músico Pedro Ayres Magalhães são alguns dos restantes 18 subscritores do manifesto que, segundo Quartin Graça, pretende ser um "apelo" e "uma chamada de atenção aos portugueses em geral" para a "necessidade" de pensar a chefia do Estado "noutros moldes".

publicado por Pedro Quartin Graça às 12:22

O documento, tornado público esta quarta-feira, refere que a situação do país, onde não há uma verdadeira democracia, exige um chefe de estado supra-partidário e que só um rei o poderá garantir. Na Última Hora, Pedro Quartin Graça, um dos subscritores, disse que os portugueses têm capacidade de passar o cabo das tormentas que o país enfrenta, mas só com a orientação de alguém que não esteja dependente de clientelas partidárias.

Miguel Esteves Cardoso, Gonçalo Ribeiro Telles, Pedro Quartin Graça, Pedro Ayres Magalhães são alguns dos subscritores de um manifesto que pede o regresso da monarquia.

O manifesto, que tem como título "Instaurar a democracia, restaurar a monarquia", serve como um apelo aos portugueses para a necessidade de pensar a chefia do Estado noutros moldes, defendendo a figura do rei em vez do presidente da república.

publicado por Pedro Quartin Graça às 12:19
01 de Fevereiro de 2012

 

Vivemos dias dificeis. Todos o sabemos. Mas isso não serve nem chega. Se a  resignação é inútil,  a indignação sem objectivo não é um valor em si. É tempo de fazer. É tempo de escolher como fazer.

 

Fazer o diagnóstico das nossas fraquezas é fácil e não é mais do que reiterar o óbvio ululante. Dar uma esperança real é o mais dificil: perante o preocupante enfraquecer das estruturas democráticas; a visível delapidação dos valores morais na política; o estado caótico da nossa justiça e a sua aparente dependência das mais diversas forças de influência; e finalmente (e provavelmente o mais importante) uma ameaça de perda de soberania - os portugueses não têm razões para confiar no seu futuro.

 

Nós, cidadãos portugueses, com as mesmas preocupações com que todos vivemos, queremos dizer: há alternativa. Há soluções que contêm valores.  É isso que nos une. É isso que nos move. É isso que propomos.

 

Perante um regime em liberdade mas em que a verdadeira democracia está ausente, torna-se urgente uma chefia de Estado independente e supra-partidária. Isto só pode ser garantido, zelado e velado por um chefe de Estado eleito pela história. Alguém que, ao olhar para trás, perceba as pegadas históricas e que nos diga de onde viemos. Alguém que, ao olhar para a frente, veja uma continuidade e não uma ruptura episódica, ditada por interesses partidários presos apenas ao espírito do tempo. Alguém que una e não exclua. Um Chefe de Estado que esteja ao serviço da Nação e que não se sirva dela. Portugal precisa de uma Monarquia. Portugal precisa de um Rei.

 

Nós, democratas de sempre, apelamos a uma séria discussão em torno da nossa chefia de Estado. Apelamos a que exista uma mobilização da sociedade civil em torno do debate sobre o regime que, há uma centena de anos, foi imposto ao nosso povo pela lei das armas e precedido de um grave homicídio, que nunca foi julgado. Democratas de sempre, não aceitamos que uma chefia de Estado se legitime na espuma de dogmas passados e vontades impostas, em que ao povo português continue a ser negada a possibilidade de escolher um futuro possível e digno.   A razão democrática e a justiça histórica abona a favor dos nossos príncipios. Da nossa verdade.

 

Acreditamos que o Senhor D. Duarte de Bragança - único e legítimo pretendente ao trono português - poderá dignificar a chefia de Estado portuguesa. Pela história que representa e que nos une. Pela liberdade que garante a ausência total de facturas a qualquer eleitorado ou clientela.  

 

Nós, mulheres e homens livres, empenhados cidadãos portugueses, das mais diversas tendências políticas e partidárias, com os mais diversos credos religiosos, decidimos dar mais este passo para que esta esperança se realize. Acreditar que temos uma agenda ideológica seria negar a independência que nos junta em torno de uma chefia de Estado. Que  nos une pela diversidade e não pela opinião política. A política é uma coisa, o Rei é outra. Esta é a questão.

 

Portugal só poderá ser universal se as instituições mantiverem a credibilidade histórica.

 

Nós, monárquicos, portugueses e  democratas de sempre não desistimos de Portugal.  

 

Assinam:

 

Gonçalo Ribeiro Telles

Abel Silva Mota (advogado)

Aline Gallasch-Hall (docente universitária)

Ana Firmo Ferreira (publicitária)

António Pinto Coelho (empresário)

Filipe Ribeiro de Menezes (historiador)

João Gomes de Almeida (publicitário)

Ivan Roque Duarte (jurista)

Luís Coimbra (engenheiro)

Maria João Quintans (paleógrafa)

Miguel Esteves Cardoso (escritor e cronista)

Nuno Miguel Guedes (jornalista)

Paulo Tavares Cadete (gestor)

Pedro Ayres Magalhães (músico)

Pedro Ferreira da Costa (publicitário)

Pedro Policarpo (economista)

Pedro Quartin Graça (professor universitário)

Ricardo Gomes da Silva (empresário)

 

E-mail: restauraramonarquia@gmail.com

publicado por Pedro Quartin Graça às 07:42
06 de Novembro de 2011

Pedro Quartin Graça demite-se da presidência do Partido da TerraApresentei hoje a minha demissão de Presidente da Comissão Política Nacional do MPT. Foi uma imensa honra ter conduzido o Partido da Terra nestes quase três anos de mandato aos seus melhores resultados eleitorais da sua história, concretizados ao longo de diversas eleições em votos, em centenas de eleitos a nível regional e local e na consolidação da ideia da política como serviço público. Agradeço a todas e a todos que nos apoiaram e confiaram nos ideais que defendemos. Agora que venha quem faça melhor. 

Um abraço cordial,
Pedro Quartin Graça
publicado por Pedro Quartin Graça às 15:58
05 de Outubro de 2011

O Blog ILHAS SELVAGENS comemora hoje, dia 5, três anos de existência ininterrupta. Desde a data em que o criámos, o blog foi visitado por mais de 30.00 pessoas, vindas de 100 países de todo o mundo.
Filiado no GIN - Global Islands Network e  líder mundial da classe "ilhas" do Networkedblogs do Facebook, o ILHAS SELVAGENS é sobretudo um cartão de visita de uma região que pouco ou nada diz à maior parte dos Portugueses mas que interessa sobremanieira conhecer já que a a área mais desconhecida do território nacional.
No ano em que a Reserva Natural das Selvagens comemora o seu 40º aniversário, este blog festeja apenas o seu terceiro. Mas veio para ficar. Com a sua ajuda e a sua leitura. 
publicado por Pedro Quartin Graça às 11:56
10 de Setembro de 2011

 

O blog ILHAS SELVAGENS lidera o ranking mundial do Facebook na categoria de "ilhas" e encontra-se em sétimo lugar na de "travel". Merece a pena ser visitado. Terá oportunidade de conhecer a mais remota parte do território nacional e que é a última fronteira e o extremo mais a sul de Portugal: as ILHAS SELVAGENS. Os interessados podem ver o blog aqui. E, já agora, o que espera para ajudar a classificação deste blog nacional, tornando-se seguidor no Facebook aqui e no Twitter aqui?

publicado por Pedro Quartin Graça às 09:19
02 de Setembro de 2011

* Mas o pote, já meio vazio, era o dos poucos cidadãos que ainda ajudam a sustentar a economia deste País...Quando este pote secar o problema da crise resolveu-se de vez. Para satisfação da Sra. Merkel.

publicado por Pedro Quartin Graça às 08:13
29 de Maio de 2011

publicado por Pedro Quartin Graça às 10:23
22 de Maio de 2011

Entrevista a Pedro Quartin Graça

Veja e oiça aqui.

publicado por Pedro Quartin Graça às 08:52

publicado por Pedro Quartin Graça às 08:33
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Com o relvas à ilharga só pode perder!
Não ao servilismo em relação a outros estados; sim...
Considero este texto extremamente rico, ao abordar...
Só uma palavra: concordo!
Obrigado pelo seu comentário.PQG
Lembro-me perfeitamente desse dia trágico: a surpr...
É lamentável, cada vez dou-Lhe menos crédito. Mona...
De acordo com os seus pressupostos mas....como diz...
Caro Dr. Pedro Quartin Graça, em obrigação para co...
Muito lhe agradeço a sua atenção! Parabéns!
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