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05 de Maio de 2009

I CONGRESSO DO LIBERTAS - ROMA, ITÁLIA, 1 DE MAIO


publicado por Pedro Quartin Graça às 09:55
26 de Abril de 2009

Que Europa queremos nós?

Estando nós perto das Eleições Europeias, vale a pena perguntar: Que Europa queremos nós? Uma Europa cada vez mais tendencialmente ditatorial ou uma Europa verdadeiramente democrática e onde a voz do Cidadão Europeu seja ouvida e seja respeitada a sua vontade?

E é precisamente nestes pontos que quero reflectir hoje.

Dia 7 de Junho os Cidadãos dos Países membros da União Europeia irão votar para o Parlamento Europeu - talvez o unico orgão da UE verdadeiramente democrático - e terão que ter, naturalmente representantes que entendam para onde está a caminhar a União Europeia a 27.

Existem várias correntes: A Federalista, a Confederal e aquela que acredita no Projecto Europeu, mas garantido na mesma a Soberania dos vários povos, respeitando as suas Identidades Nacionais e suas vontades expressas democraticamente.

A visão Federalista é a oficial no seio da União Europeia, nomeadamente quando falamos na Constituição Europeia chumbada pelos Franceses e Holandeses e o Tratado de Lisboa chumbado pelo Irlandeses. Quem se recorda das diversas opiniões dos Federalistas, foi um choque tremendo; inventaram tudo para dizer que esses resultados dos vários referendos iam contra o “Projecto Europeu”, que só eles sabem mas nenhum cidadão comum ainda alguma vez percebeu.

Na verdade, cerca de 70 a 80% da Legislação aprovada cá, já vem da União Europeia. Isto é muito grave, quando pensamos que os nossos governantes ainda têm alguma palavra a dizer no nosso País. E daqui advêm todos os nossos males, porque “meia dúzia de pessoas” que defendem os seus lobbies entendem que deve ser “assim” e estão dispostas a tudo, para forçar os Irlandeses a um novo referendo para forçar um “sim” ao Tratado de Lisboa. Democracia ou Imposição? Sinceramente, parece-me que é imposição de algo que vai contra a vontade de um povo ou de vários povos.

Aqui em Portugal lembramos que foi feita uma Revisão Constitucional para permitir fazer um Referendo, que foi prometido aos Portugueses, sobre o Tratado de Lisboa, o qual acabou por não se verificar. Medo de uma resposta negativa? Preferiu-se, como se sabe, a votação parlamentar que acabou, claro está, por ratificar o Tratado de Lisboa e os “amigos federalistas” ficaram todos satisfeitos.

A verdade é que nenhum Português, nem eu próprio, conhecemos o Tratado de Lisboa e o que ele implica para o nosso futuro colectivo como Nação. Uma coisa temos em mente alguns mais informados: é que as águas territoriais que até hoje ainda são nossas, porque a UE está num impasse, poderão deixar de o ser e a nossa frota pesqueira, muito rudimentar, não terá força suficiente, comparativamente às frotas pesqueiras de outros Estados Membros que entrarão nas nossas águas territoriais e os nossos pescadores a médio prazo, para não dizer a curto prazo poderão passar por gravissimas dificuldades.

A nível jurídico, a Constituição Portuguesa ficará, segundo se soube, inferiorizada comparativamente ao Tratado de Lisboa, que é no fundo a Constituição Europeia, mas com menos páginas e menos artigos, mas que vai dar ao mesmo!

Já para não falar, que nos será imposto um “Presidente da União Europeia” - um Chefe de Estado para todos os Estados Europeus. Isto admite-se?

No dia que nós, cá em Portugal, e não só, festejámos a Canonização de São Nuno de Santa Maria, o nosso Santo Condestável, que lutou brilhantemente pela Independência de Portugal em relação a Castela, que se despojou de tudo para depois viver na fé ajudando os que mais precisavam e também no dia em que eu fui assistir à apresentação da Candidatura do Movimento Partido da Terra - Libertas, às eleições Europeias, comecei a ter o seguinte pensamento: LIBERTAS - em Latim significa LIBERDADE. E na verdade, o que se passa, é que a Liberdade e a Demcracia, dos Cidadãos dos vários Países da União Europeia está em causa, agora mais do que nunca!

Pelo que, é tempo de dizermos aos senhores de Bruxelas, que a Bandeira Azul com as 12 Estrelas, não lhes pertence! Pertence, sim, a todos os cidadãos de cada Nação membro da União Europeia!

O futuro da Europa, tem, portanto, algo de especial a ser discutido nas próximas Eleições Europeias: A Liberdade e a Democracia Verdadeira, de todos nós Europeus.

Nós Portugueses, Europeus, não devemos aceitar imposições que nos prejudiquem;

Nós Portugueses, Europeus, queremos que a nossa vontade seja respeitada e tida em consideração;

Nós Portugueses, Europeus, devemos rejeitar o Tratado de Lisboa, que põe em causa, claramente, a nossa Soberania e Independência Nacionais;

Nós Portugueses, Europeus, queremos um Tratado para a Europa, onde haja respeito pela diversidade Europeia e onde se ponha, de vez, de parte, a hipótese de uma Federação que nos imponha os “Estados Unidos da Europa”.

Portugal deve continuar a ser Portugal, para os Portugueses. Assim como as outras Nações. Não devemos ser cépticos relativamente à União Europeia, só queremos dizer aos detentores de lobbies em Bruxelas, que nós Cidadãos, temos voz, e queremos ser ouvidos.

Até dia 7 de Junho, o Projecto Democracia Real, tomará em consideração as Eleições Europeias, que são absolutamente essenciais para o nosso futuro como Europeus de vários Estados membros!

Sem dúvida, que o projecto lançado hoje, mas que não se cinge, apenas e só, a Portugal mas a outros Estados membros da UE, é bastante ambicioso e sem dúvida que dia 7 de Junho, até lá, todos nós devemos reflectir sobre que Europa queremos para Portugal? Uma Europa que nos destrua como Nação e nos submeta à sua vontade ou uma Europa que nos respeite como Nação Livre e Independente?

Libertas Europa!

Abril 26, 2009
David Garcia,
Coordenador do Projecto Democracia Real
publicado por Pedro Quartin Graça às 21:41
tags: ,

partidoPublicação: 26-04-2009 20:45  



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<br /></span></div><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(112, 112, 112); font-weight: bold;font-family:Arial;font-size:10px;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: normal; white-space: pre; font-family:Verdana;font-size:11px;"><embed src="'http://tv1.rtp.pt/noticias/player.swf'" width="'312'" height="'150'" bgcolor="'#ffffff'" allowscriptaccess="'always'" allowfullscreen="'true'" flashvars="'image=" pt="" noticias="" images="" file="http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/info/nacional/322386_31778.mp3&amp;screencolor="></embed></span>
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<br /></span></div><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(115, 0, 5); font-weight: bold; font-family:Arial;font-size:25px;"><span id="artsubt" style=" line-height: normal; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; display: block; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px;"><span id="Title"><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; ">Eleições europeias</p></span></span><span id="SubTitle"><p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; ">MPT apresenta candidatura com novo partido Libertas</p></span><span id="artlead" style=" line-height: 16px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; display: block; margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:15px;"><span id="Lead"><p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "><span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">Maior transparência na União Europeia é o grande objectivo da candidatura europeia do Movimento Partido da Terra, hoje apresentada em conjunto com o novo partido europeu Libertas, que acredita conseguir eleger mais de 100 eurodeputados.</span></p></span></span></span><div style="text-align: -webkit-left;">
<br /></div><div style="text-align: -webkit-left;"><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style=" line-height: 18px; font-family:Arial;font-size:15px;"><strong>"Esperamos eleger mais de 100 deputados por toda a Europa. Parece muito, mas quando se começa a somar todos os estados-membros e respectivos assentos, começa a parecer muito concretizável",</strong> afirmou Declan Ganley, o presidente do novo partido de dimensão europeia Libertas, que se auto-intitula de movimento popular pan-europeu. </span>
<br /></div><span class="Apple-style-span" style=" line-height: 18px; font-family:Arial;font-size:15px;"><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">As declarações de Ganley foram feitas durante a apresentação da candidatura conjunta do Libertas e do Movimento Partido da Terra (MPT) ao Parlamento Europeu, que hoje decorreu no hotel Altis em Lisboa e onde o Libertas foi apresentado como<strong> "um grupo forte e sólido"</strong> e <strong>"a única alternativa ao actual 'status quo' de Bruxelas",</strong> capaz de lutar por mais transparência e democracia na Europa. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "><strong>"É um movimento que traz algo de novo, que faz a diferença, que dá voz aos cidadãos da Europa, aos vários povos que compõem este grande espaço e que permite que através da apresentação de candidaturas em quase todos os estados-membros da União Europeia seja possível elegermos deputados que irão constituir um grupo forte, sólido",</strong> disse durante a apresentação o cabeça-de-lista do MPT ao Parlamento Europeu, Pedro Quartin Graça. </span>
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">O presidente do Libertas, Declan Ganley, justificou a sua confiança num resultado eleitoral tão expressivo, apesar de este ser um partido ainda muito recente, com a crença na <strong>"prevalência da verdade"</strong> que o Libertas denuncia, uma verdade que, assegura,<strong> "os líderes políticos não querem que se conheça". </strong>
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">Mais transparência
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">Para o líder do novo partido europeu falta transparência à democracia europeia e ao trabalho realizado pelo Parlamento Europeu. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "><strong>"Como é que Bruxelas está a trabalhar hoje em dia? Há pelo menos 15 mil membros de grupos de pressão. Não há qualquer exigência legal para essas pessoas que representam grupos de interesses especiais, que tentam fazer passar legislação a favor dos seus próprios interesses",</strong> sustentou o presidente do Libertas. </span>
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">Ganley apelidou os partidos e políticos portugueses e europeus de "teatro", uma vez que a maioria da sua acção tem origem em Bruxelas, e uma origem que não se pode conhecer ou controlar. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "><strong>"Uma vez no Parlamento Europeu, onde existem mais de 700 assentos, passa-se a ser uma pequena minoria, a nossa voz é diluída, não pode ser ouvida. A tendência é para as pessoas ficarem quietas, como cachorrinhos à trela, bem alimentados e ninguém dirá nada sobre isso. Nós vamos mudar isso",</strong> declarou. </span>
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;">Críticas ao Tratado de Lisboa
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">O presidente do Libertas criticou o Tratado de Lisboa, a Constituição europeia e o facto de os referendos que a chumbaram não terem sido tidos em conta pelos governos dos vários países onde se realizaram, defendendo, por oposição, uma Europa dos povos e das nações e a <strong>"devolução do controlo sobre o futuro da Europa às pessoas".</strong> 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "><strong>"Eu olho para pessoas como Durão Barroso e vejo-as falar em frente da bandeira da União Europeia como se lhes pertencesse e os europeus não tivessem direito a ter uma opinião",</strong>criticou. </span>
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">Pedro Quartin Graça justificou a opção pela candidatura conjunta com o Libertas pela convergência de posições e não quis adiantar qual a sua posição sobre qual seria um bom resultado para o MPT nestas eleições. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">A lista do MPT é composta por 22 nomes efectivos e oito suplentes, tem como cabeça-de-lista Pedro Quartin Graça, deputado na Assembleia da República, e como número dois António Ferro, apresentado como perito em aviação e com actividade em Bruxelas há vários anos. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">A candidatura do Libertas/MPT ao Parlamento Europeu é formalizada na próxima segunda-feira, pelas 11h45, com a entrega das listas no Tribunal Constitucional. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><em><div style="text-align: justify;">Lusa
<br /></div></em></span></div></span>
publicado por Pedro Quartin Graça às 21:20
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