Blog pessoal criado em 2003
03 de Dezembro de 2010

Decorria o ano de 1993. Gonçalo Ribeiro Telles preparava-se para se candidatar a Presidente da Câmara Municipal de Lisboa depois de uma bem sucedida campanha com grande apoio público ao "nosso" Movimento Alfacinha. Foi esta a génese do MPT, então conhecido como "Movimento Partido da Terra". O vídeo que hoje trago, recentemente recuperado depois de anos em arquivo, é da estação de televisão à época designada por "4" (actual TVI) e mostra-nos alguns dos rostos, muito mais novos, é certo, que estiveram ligados à sua fundação. Distinguem-se, entre outros, os de Gonçalo Ribeiro Telles, Luis Filipe Coimbra, Hermínio Monteiro, Paulo Trancoso, António Eloy e João Reis Gomes. A maior parte dos fundadores ainda está entre nós. Outros, como Henrique Barrilaro Ruas e o Hermínio, já partiram e aguardam o momento do reencontro. Ficam as saudades. 17 anos depois a esperança continua viva.

publicado por Pedro Quartin Graça às 10:28
30 de Março de 2010

Na votação realizada esta tarde na Assembleia Municipal, os deputados municipais do MPT votaram contra o Orçamento para 2010e as Grandes Opções da Câmara Municipal para 2010-2013.


Infra a intervenção do presidente do Grupo Municipal do Partido da Terra, John Rosas Baker:

 

"Senhora Presidente,
Senhores Deputados,

Gostaria o Partido da Terra de se pronunciar acerca de alguns aspectos das Grandes Opções 2010-2013 e do Orçamento da Câmara Municipal de Lisboa para o corrente ano de 2010.
No que respeita às Grandes Opções, em concreto no Objectivo C3 – Cultura, dois aspectos merecem a nossa atenção: estranha-se, em primeiro lugar, que tendo o Presidente da Câmara decidido, de forma polémica, a atribuição da Casa dos Bicos à Fundação Saramago, com o envolvimento, aliás, de recursos do Município que excedem em quatro vezes o orçamento para obras que estava originalmente previsto, nem uma palavra exista, para além da crueldade dos números, nas Grandes Opções, relativamente ao papel que esta Fundação irá desempenhar no âmbito da política cultural da cidade.
Importa pois perguntar, Senhor Presidente da Câmara, afinal a Fundação Saramago é ou não é importante para a cultura da cidade de Lisboa?
Em segundo lugar, também não compreendemos, no contexto de grave crise financeira que assola o Município, a implementação do projecto de criação, no Aljube, de um museu dedicado à temática da Republica e da Resistência, com o consequente desbaratar de verbas públicas que muito mais úteis seriam em áreas sociais e de apoio à salvaguarda do património actualmente existente. 
Importa, aliás, perguntar, se não seria muito mais premente e útil à cidade a participação da CML no esforço financeiro que o Estado tem de fazer para recuperar verdadeiros ex libris de Lisboa, como é o caso do Parque do Monteiro Mor, no Lumiar, que aloja os Museus do Traje e do Teatro e da Moda, cujo muro exterior está em situação de ruína iminente, situação para a qual e desde já o MPT alerta esta Assembleia. 
É pois muito revelador da preocupação cultural da CML o facto de sobre este assunto nem uma palavra se ler no documento definidor da intervenção do Município na cidade nos próximos 3 anos...
Já no que respeita ao objectivo D 3 – Eficiência Energética importa clarificar em que é que consistirá a implementação de sistemas de reutilização de água e quais os locais envolvidos na mesma, tratando-se de uma importante matéria que, desde há anos o MPT vem defendendo, nomeadamente face ao gigantesco desperdício que é feito na cidade relativamente às águas pluviais.
Discordamos de forma categórica com muitas das constatações feitas no Objectivo E 1 – Planeamento Estratégico e Urbano, nomeadamente a anunciada saída do Aeroporto da Portela e a nova travessia do Tejo, as quais, ao invés do que é dito no documento, não contribuem para assegurar a integração nas redes mundiais de movimento de pessoas e de mercadorias, antes pelo contrário, aceleram o isolamento da cidade no contexto europeu e internacional, no primeiro caso, e contribuem para o aumento do trânsito e da poluição em Lisboa, no segundo. 
Positiva é a continuação da aposta feita no Objectivo E 3 no papel que deve ser desempenhado pela UCCLA e pela Casa da América Latina, que saudamos, ambas integradas num esforço de afirmação da internacionalização da cidade.
Já no que respeita ao Plano de Actividades para 2010, importa que a Câmara clarifique o que entende por “intervenções viárias de baixo custo mas de elevado retorno” previstas no Eixo B.
Será que intervenções de baixo mas de elevado retorno custo é aquilo que temos vindo a assistir nas vésperas de discussão deste Orçamento com a verdadeira operação de “tapa buracos” que está a ser feita em algumas zonas da cidade, intervenção esta que, evidentemente, não se destina mais do que remediar algo que já se sabe que apenas obras mais profundas resolverão de forma satisfatória?
Duas notas mais devem ser dadas. A primeira tem a ver com o Eixo D – Cidade Sustentável, em concreto com a intervenção que está a ser feita nos espaços verdes. Refiro-me ao planeado Jardim Mahatma Gandhi que envolve por completo o templo da comunidade hindu. Importa esclarecer, a este propósito, se a mesma é ou não comparticipada financeiramente pela referida comunidade uma vez que é a ela que o seu uso fundamentalmente serve.
A segunda prende-se com a problemática dos custos financeiros para o município relacionados com o Rock in Rio e o Red Bull Air Race 2010 versus isenções de taxas municipais relativas a estes eventos que, recorde-se têm entidades comerciais como organizadoras. Falando do Rock in Rio, o MPT gostaria de saber, Sr. Presidente, quais as contrapartidas que os Lisboetas vão receber do contracto com a Better World, entidade organizadora deste evento. Quem é que paga a electricidade? A água? O saneamento? A limpeza do espaço? Haverá funcionários da Câmara a trabalharem lá? Quem é que lhes vai pagar os ordenados e possíveis horas extraordinárias? A Better World ou a Câmara de Lisboa? Ou seja, todos os Munícipes. A Better World ganha largos milhares senão milhões de Euros com este evento. E os Lisboetas? Cujo acesso ao Parque da Bela Vista é lhes vedado durante o evento.

Senhora Presidente,
Senhores Deputados,

Analisemos agora, ainda que de forma sucinta, os números do Orçamento e sua relação com as Grandes Opções para o triénio. Em termos genéricos é visível, em itens diversos, uma preocupação do executivo em canalizar verbas destinadas à produção de obra que seja visível aos munícipes em 2011 – Ano da Comemoração do Centenário da República -, diminuindo as mesmas drasticamente após esta data nos anos subsequentes. Trata-se de uma opção muito questionável e que se prende com uma política de fundo que não é a nossa. 
De lamentar igualmente as verbas muitíssimo elevadas que são orçamentadas para estudos e pareceres diversos, nomeadamente junto de entidades externas à CML na sequência, aliás, da política erradamente desenvolvida em anteriores executivos municipais socialistas em que se prefere privilegiar entidades terceiras do que fazer bom uso dos bons recursos municipais existentes.
As Grandes Opções e o Orçamento para 2010 continuam no fundo a ser documentos com uma visão despesista e errática para Lisboa. Longe de responder aos anseios dos alfacinhas, representam, na prática a mescla do pior de José Sócrates com o melhor de António Costa.
Mal, muito mal mesmo no que toca ao planeamento estratégico e urbano, mais positivo no que se refere à eficiência energética e à estrutura ecológica da cidade.
Esta disparidade de políticas de sinais contrários, este contra-senso de posições sobre o futuro da Lisboa, não permite evidentemente que o MPT tenha uma votação favorável aos documentos e leva-o, com a atitude de responsabilidade que sempre tem tido nos últimos anos relativamente aos assuntos dos Município, a adoptar uma posição de contra."

publicado por Pedro Quartin Graça às 18:16
19 de Outubro de 2009

 

“Os resultados eleitorais autárquicos confirmam o crescimento do Partido da Terra (MPT) na Madeira”, disse o líder, João Isidoro, no final do encontro da Comissão Política Regional, reunida ontem.

“Nos três actos eleitorais anteriores o MPT consolidou os seus eleitores na ordem dos três mil votos e, nestas eleições, subiu para cinco mil votos nas Câmaras Municipais, e cinco mil e seiscentos nas Assembleias de Freguesia. Isto é o resultado animador que aumenta a nossa responsabildade enquanto partido político”, disse aquele dirigente do MPT.

A meta agora é conseguir um “Grupo Parlamentar na Assembleia Legislativa Regional, nas próximas eleições, em 2011”, garantiu. Para além destes objectivos, o MPT compromete-se a trabalhar pelas populações em geral, desempregados, idosos, pequenas e médias empresas no comércio, na agricultura, e em vários outros sectores de actividade que passam actualmente por dificuldades”.

publicado por Pedro Quartin Graça às 09:25
sinto-me:
15 de Maio de 2009

COMUNICADO DO PRESIDENTE DA CPN

 

Reportando-me a uma entrevista dada em directo pelo filiado do MPT Luís Carloto Marques à SIC – Notícias, em concreto ao programa do jornalista Mário Crespo emitido na noite de ontem, dia 14, vem o Presidente da Comissão Política Nacional do Partido da Terra esclarecer o seguinte:

1.      No aludido programa foram produzidas um conjunto de afirmações que reputamos de absolutamente falsas e que, pela sua gravidade, colocam a causa a honorabilidade deste Partido e, em especial, a do seu Presidente da Comissão Política Nacional.

2.      Estas afirmações foram da autoria, quer do filiado do MPT Luis Carloto Marques, quer, estranhamente, do jornalista da SIC Mário Crespo e referem-se, entre outras, a alegados financiamentos da candidatura do MPT ao Parlamento Europeu por parte do movimento LIBERTAS, em concreto do seu Presidente Declan Ganley.

3.      Essas afirmações, para além de revelarem um profundo desconhecimento da realidade política europeia e portuguesa, o que se estranha, configuram ademais a prática por parte das aludidas individualidades de crimes de abuso de liberdade de imprensa atentatórios ao direito ao bom nome e à honra e reputação dos visados, as quais merecerão a necessária resposta junto das instâncias competentes.

4.      O Presidente da CPN do MPT teve já a oportunidade de gravar na SIC declarações que se destinam a responder às falsas alegações supra mencionadas, aguardando que a sua divulgação seja feita com igual destaque à referida entrevista.

5.      O Presidente da CPN vem esclarecer que Partido da Terra – MPT não é financiado pelo LIBERTAS, nem o poderia ser, já que essa seria uma prática ilegal face à lei portuguesa, a qual, em sede de angariação de fundos, só permite donativos individuais de cidadãos, portugueses ou estrangeiros.

6.      O movimento pan-europeu LIBERTAS com o qual o MPT estabeleceu um Acordo Político, é um movimento a favor da Europa, do aprofundamento da União Europeia, da existência de mais democracia e de transparência nas instituições comunitárias, assumindo uma posição pública contrária ao Tratado de Lisboa e não estando evidentemente politicamente conotado com a “extrema-direita”.

7.      Tais são igualmente os objectivos do MPT de acordo com a moção de estratégia política que foi aprovada recentemente no VII Congresso Nacional. 

8.      A Comissão Política Nacional do MPT apreciará este sábado a conduta política do filiado Luís Carloto Marques, facto de que dará público conhecimento.

9. O Presidente da CPN do MPT constata, desde já, que o forte impacto público que a candidatura do MPT e das várias candidaturas do Libertas em roda a Europa têm vindo a provocar, levam ao surgimento de reacções como a que supra nos referimos, as quais mais nos animam no sentido de, no próximo dia 7 de Junho, ser apresentada uma proposta democrática e europeísta alternativa para o futuro da União Europeia.

10. O MPT usará de todos os meios legais à sua disposição para defesa do seu bom nome e respeitabilidade, os quais foram postos em causa pelo teor das graves declarações feitas no aludido programa por Luís Carloto Marques e por Mário Crespo.


Lisboa, 15 de Maio de 2009 


O Presidente da Comissão Política Nacional do MPT


Pedro Quartin Graça

publicado por Pedro Quartin Graça às 14:41
28 de Abril de 2009

NAS TELEVISÕES
CANDIDATURA DO MPT - LIBERTAS EM GRANDE DESTAQUE















publicado por Pedro Quartin Graça às 17:03


PARTIDO DA TERRA EM 4º LUGAR NO BOLETIM DE VOTO PARA O PE

Lisboa, 28 Abr (Lusa) - O Bloco de Esquerda vai surgir em primeiro lugar no boletim de voto para as eleições europeias de 07 de Junho, de acordo com o sorteio hoje realizado pelo Tribunal Constitucional (TC).

O resultado do sorteio, hoje divulgado em comunicado pelo TC, ditou ainda o segundo lugar para a CDU, terceiro para o PSD e o sétimo para o PS, todos estes partidos que, com o BE, têm representação no Parlamento Europeu.

A lista de 12 partidos e uma coligação que se apresentam às eleições europeias, surgirá pela seguinte ordem no boletim de voto:

1 - Bloco de Esquerda - B.E.

2 - CDU - Coligação Democrática Unitária -PCP-PEV

3 - Partido Social Democrata - PPD/PSD

4 - Partido da Terra - MPT

5 - Partido Popular Monárquico - PPM

6 - Movimento Esperança Portugal - MEP

7 - Partido Socialista - PS

8 - Partido Popular - CDS/PP

9 - Partido Nacional Renovador - P.N.R.

10 - Movimento Mérito e Sociedade - MMS

11 - Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses PCPT/MRPP

12 - Partido Operário de Unidade Socialista - POUS

13 - Partido Humanista - P.H.
publicado por Pedro Quartin Graça às 15:10
26 de Abril de 2009

Que Europa queremos nós?

Estando nós perto das Eleições Europeias, vale a pena perguntar: Que Europa queremos nós? Uma Europa cada vez mais tendencialmente ditatorial ou uma Europa verdadeiramente democrática e onde a voz do Cidadão Europeu seja ouvida e seja respeitada a sua vontade?

E é precisamente nestes pontos que quero reflectir hoje.

Dia 7 de Junho os Cidadãos dos Países membros da União Europeia irão votar para o Parlamento Europeu - talvez o unico orgão da UE verdadeiramente democrático - e terão que ter, naturalmente representantes que entendam para onde está a caminhar a União Europeia a 27.

Existem várias correntes: A Federalista, a Confederal e aquela que acredita no Projecto Europeu, mas garantido na mesma a Soberania dos vários povos, respeitando as suas Identidades Nacionais e suas vontades expressas democraticamente.

A visão Federalista é a oficial no seio da União Europeia, nomeadamente quando falamos na Constituição Europeia chumbada pelos Franceses e Holandeses e o Tratado de Lisboa chumbado pelo Irlandeses. Quem se recorda das diversas opiniões dos Federalistas, foi um choque tremendo; inventaram tudo para dizer que esses resultados dos vários referendos iam contra o “Projecto Europeu”, que só eles sabem mas nenhum cidadão comum ainda alguma vez percebeu.

Na verdade, cerca de 70 a 80% da Legislação aprovada cá, já vem da União Europeia. Isto é muito grave, quando pensamos que os nossos governantes ainda têm alguma palavra a dizer no nosso País. E daqui advêm todos os nossos males, porque “meia dúzia de pessoas” que defendem os seus lobbies entendem que deve ser “assim” e estão dispostas a tudo, para forçar os Irlandeses a um novo referendo para forçar um “sim” ao Tratado de Lisboa. Democracia ou Imposição? Sinceramente, parece-me que é imposição de algo que vai contra a vontade de um povo ou de vários povos.

Aqui em Portugal lembramos que foi feita uma Revisão Constitucional para permitir fazer um Referendo, que foi prometido aos Portugueses, sobre o Tratado de Lisboa, o qual acabou por não se verificar. Medo de uma resposta negativa? Preferiu-se, como se sabe, a votação parlamentar que acabou, claro está, por ratificar o Tratado de Lisboa e os “amigos federalistas” ficaram todos satisfeitos.

A verdade é que nenhum Português, nem eu próprio, conhecemos o Tratado de Lisboa e o que ele implica para o nosso futuro colectivo como Nação. Uma coisa temos em mente alguns mais informados: é que as águas territoriais que até hoje ainda são nossas, porque a UE está num impasse, poderão deixar de o ser e a nossa frota pesqueira, muito rudimentar, não terá força suficiente, comparativamente às frotas pesqueiras de outros Estados Membros que entrarão nas nossas águas territoriais e os nossos pescadores a médio prazo, para não dizer a curto prazo poderão passar por gravissimas dificuldades.

A nível jurídico, a Constituição Portuguesa ficará, segundo se soube, inferiorizada comparativamente ao Tratado de Lisboa, que é no fundo a Constituição Europeia, mas com menos páginas e menos artigos, mas que vai dar ao mesmo!

Já para não falar, que nos será imposto um “Presidente da União Europeia” - um Chefe de Estado para todos os Estados Europeus. Isto admite-se?

No dia que nós, cá em Portugal, e não só, festejámos a Canonização de São Nuno de Santa Maria, o nosso Santo Condestável, que lutou brilhantemente pela Independência de Portugal em relação a Castela, que se despojou de tudo para depois viver na fé ajudando os que mais precisavam e também no dia em que eu fui assistir à apresentação da Candidatura do Movimento Partido da Terra - Libertas, às eleições Europeias, comecei a ter o seguinte pensamento: LIBERTAS - em Latim significa LIBERDADE. E na verdade, o que se passa, é que a Liberdade e a Demcracia, dos Cidadãos dos vários Países da União Europeia está em causa, agora mais do que nunca!

Pelo que, é tempo de dizermos aos senhores de Bruxelas, que a Bandeira Azul com as 12 Estrelas, não lhes pertence! Pertence, sim, a todos os cidadãos de cada Nação membro da União Europeia!

O futuro da Europa, tem, portanto, algo de especial a ser discutido nas próximas Eleições Europeias: A Liberdade e a Democracia Verdadeira, de todos nós Europeus.

Nós Portugueses, Europeus, não devemos aceitar imposições que nos prejudiquem;

Nós Portugueses, Europeus, queremos que a nossa vontade seja respeitada e tida em consideração;

Nós Portugueses, Europeus, devemos rejeitar o Tratado de Lisboa, que põe em causa, claramente, a nossa Soberania e Independência Nacionais;

Nós Portugueses, Europeus, queremos um Tratado para a Europa, onde haja respeito pela diversidade Europeia e onde se ponha, de vez, de parte, a hipótese de uma Federação que nos imponha os “Estados Unidos da Europa”.

Portugal deve continuar a ser Portugal, para os Portugueses. Assim como as outras Nações. Não devemos ser cépticos relativamente à União Europeia, só queremos dizer aos detentores de lobbies em Bruxelas, que nós Cidadãos, temos voz, e queremos ser ouvidos.

Até dia 7 de Junho, o Projecto Democracia Real, tomará em consideração as Eleições Europeias, que são absolutamente essenciais para o nosso futuro como Europeus de vários Estados membros!

Sem dúvida, que o projecto lançado hoje, mas que não se cinge, apenas e só, a Portugal mas a outros Estados membros da UE, é bastante ambicioso e sem dúvida que dia 7 de Junho, até lá, todos nós devemos reflectir sobre que Europa queremos para Portugal? Uma Europa que nos destrua como Nação e nos submeta à sua vontade ou uma Europa que nos respeite como Nação Livre e Independente?

Libertas Europa!

Abril 26, 2009
David Garcia,
Coordenador do Projecto Democracia Real
publicado por Pedro Quartin Graça às 21:41
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partidoPublicação: 26-04-2009 20:45  



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<span class="Apple-style-span" style=" ;font-family:'Times New Roman';"><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style=" font-weight: bold; line-height: 18px;font-size:15px;"><img src="http://sic.aeiou.pt/NR/rdonlyres/218F5DF3-543D-45D6-8F3D-7EAD345776FD/502592/71638a63bedc4aeaaad1be5f52dd1391.jpg" alt="partido" /><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(112, 112, 112); line-height: normal; font-family:Arial;font-size:10px;">Publicação: 26-04-2009 20:45  </span>
<br /></span></div><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(112, 112, 112); font-weight: bold;font-family:Arial;font-size:10px;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: normal; white-space: pre; font-family:Verdana;font-size:11px;"><embed src="'http://tv1.rtp.pt/noticias/player.swf'" width="'312'" height="'150'" bgcolor="'#ffffff'" allowscriptaccess="'always'" allowfullscreen="'true'" flashvars="'image=" pt="" noticias="" images="" file="http://mp3.rtp.pt/mp3/wavrss/info/nacional/322386_31778.mp3&amp;screencolor="></embed></span>
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<br /></span></div><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(115, 0, 5); font-weight: bold; font-family:Arial;font-size:25px;"><span id="artsubt" style=" line-height: normal; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; display: block; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:12px;"><span id="Title"><p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; ">Eleições europeias</p></span></span><span id="SubTitle"><p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; ">MPT apresenta candidatura com novo partido Libertas</p></span><span id="artlead" style=" line-height: 16px; font-weight: normal; color: rgb(0, 0, 0); text-decoration: none; display: block; margin-top: 15px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:15px;"><span id="Lead"><p style="text-align: justify;margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "><span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;">Maior transparência na União Europeia é o grande objectivo da candidatura europeia do Movimento Partido da Terra, hoje apresentada em conjunto com o novo partido europeu Libertas, que acredita conseguir eleger mais de 100 eurodeputados.</span></p></span></span></span><div style="text-align: -webkit-left;">
<br /></div><div style="text-align: -webkit-left;"><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style=" line-height: 18px; font-family:Arial;font-size:15px;"><strong>"Esperamos eleger mais de 100 deputados por toda a Europa. Parece muito, mas quando se começa a somar todos os estados-membros e respectivos assentos, começa a parecer muito concretizável",</strong> afirmou Declan Ganley, o presidente do novo partido de dimensão europeia Libertas, que se auto-intitula de movimento popular pan-europeu. </span>
<br /></div><span class="Apple-style-span" style=" line-height: 18px; font-family:Arial;font-size:15px;"><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">As declarações de Ganley foram feitas durante a apresentação da candidatura conjunta do Libertas e do Movimento Partido da Terra (MPT) ao Parlamento Europeu, que hoje decorreu no hotel Altis em Lisboa e onde o Libertas foi apresentado como<strong> "um grupo forte e sólido"</strong> e <strong>"a única alternativa ao actual 'status quo' de Bruxelas",</strong> capaz de lutar por mais transparência e democracia na Europa. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "><strong>"É um movimento que traz algo de novo, que faz a diferença, que dá voz aos cidadãos da Europa, aos vários povos que compõem este grande espaço e que permite que através da apresentação de candidaturas em quase todos os estados-membros da União Europeia seja possível elegermos deputados que irão constituir um grupo forte, sólido",</strong> disse durante a apresentação o cabeça-de-lista do MPT ao Parlamento Europeu, Pedro Quartin Graça. </span>
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">O presidente do Libertas, Declan Ganley, justificou a sua confiança num resultado eleitoral tão expressivo, apesar de este ser um partido ainda muito recente, com a crença na <strong>"prevalência da verdade"</strong> que o Libertas denuncia, uma verdade que, assegura,<strong> "os líderes políticos não querem que se conheça". </strong>
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">Mais transparência
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">Para o líder do novo partido europeu falta transparência à democracia europeia e ao trabalho realizado pelo Parlamento Europeu. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "><strong>"Como é que Bruxelas está a trabalhar hoje em dia? Há pelo menos 15 mil membros de grupos de pressão. Não há qualquer exigência legal para essas pessoas que representam grupos de interesses especiais, que tentam fazer passar legislação a favor dos seus próprios interesses",</strong> sustentou o presidente do Libertas. </span>
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">Ganley apelidou os partidos e políticos portugueses e europeus de "teatro", uma vez que a maioria da sua acção tem origem em Bruxelas, e uma origem que não se pode conhecer ou controlar. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "><strong>"Uma vez no Parlamento Europeu, onde existem mais de 700 assentos, passa-se a ser uma pequena minoria, a nossa voz é diluída, não pode ser ouvida. A tendência é para as pessoas ficarem quietas, como cachorrinhos à trela, bem alimentados e ninguém dirá nada sobre isso. Nós vamos mudar isso",</strong> declarou. </span>
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;">Críticas ao Tratado de Lisboa
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">O presidente do Libertas criticou o Tratado de Lisboa, a Constituição europeia e o facto de os referendos que a chumbaram não terem sido tidos em conta pelos governos dos vários países onde se realizaram, defendendo, por oposição, uma Europa dos povos e das nações e a <strong>"devolução do controlo sobre o futuro da Europa às pessoas".</strong> 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><strong><div style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "><strong>"Eu olho para pessoas como Durão Barroso e vejo-as falar em frente da bandeira da União Europeia como se lhes pertencesse e os europeus não tivessem direito a ter uma opinião",</strong>criticou. </span>
<br /></div></strong><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">Pedro Quartin Graça justificou a opção pela candidatura conjunta com o Libertas pela convergência de posições e não quis adiantar qual a sua posição sobre qual seria um bom resultado para o MPT nestas eleições. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">A lista do MPT é composta por 22 nomes efectivos e oito suplentes, tem como cabeça-de-lista Pedro Quartin Graça, deputado na Assembleia da República, e como número dois António Ferro, apresentado como perito em aviação e com actividade em Bruxelas há vários anos. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><div style="text-align: justify;">A candidatura do Libertas/MPT ao Parlamento Europeu é formalizada na próxima segunda-feira, pelas 11h45, com a entrega das listas no Tribunal Constitucional. 
<br /></div><div style="text-align: justify;">
<br /></div><em><div style="text-align: justify;">Lusa
<br /></div></em></span></div></span>
publicado por Pedro Quartin Graça às 21:20
29 de Março de 2009


MPT INAUGURA NOVA PÁGINA DA INTERNET

O sítio do Partido da Terra na Internet foi alvo de uma profunda remodelação que inclui a mudança da “arquitectura” do site mas também dos seus conteúdos, tarefa esta que o MPT confiou a uma empresa. Ainda que estejam ainda a ser disponibilizados todos os conteúdos do novo sítio, o qual é, ao invés do anterior, totalmente interactivo, o MPT procurou, simbolicamente, que o mesmo estivesse desde já disponível no pós- VII Congresso
publicado por Pedro Quartin Graça às 10:40
20 de Abril de 2008

OBRIGADO JOÃO GOMES

João Gomes é um cavalheiro. Tem uma característica invulgar de quem anda na política nos dias que correm: pensa pela sua própria cabeça. Tem desde há tempos um interessante um blog pessoal mas agora faz igualmente parte do novíssimo espaço colectivo, a "Câmara de Comuns". Teve a gentileza de dedicar várias linhas ao meu (nosso) partido, que abaixo reproduzimos.
Link: http://camaradecomuns.blogs.sapo.pt/tag/mpt

Só falhou na designação do MPT já que o "Movimento " já não faz parte do nosso nome. Mas isso é um pormenor. Tenho a agradecer-lhe a referência que me (nos) fez e também as palavras acerca do nosso futuro (comum?).

Um abraço João Gomes.

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Domingo, 20 de Abril de 2008

Pequenos partidos a preparem 2009 (2) – Movimento Partido da Terra

O Movimento Partido da Terra (MPT) foi fundando em 1994 pelo Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, ex-presidente do Partido Popular Monárquico e actual Presidente Honorário do MPT. Este partido tem um cariz ruralista e ambientalista, contando no seu seio com inúmeras pessoas ligadas à causa monárquica.
Neste o momento o MPT tem dois deputados eleitos nas listas do PSD, Luís Carloto Marques e Pedro Quartin Graça, este último é o rosto mais visível deste movimento. Nas últimas eleições intercalares para a CML, Pedro Quartin Graça concorreu como cabeça de lista do MPT, obtendo apenas 0,53% da votação, mais 0,15% que o PPM, que ficou em último. Assumidamente monárquico, o deputado é associado do Instituto da Democracia Portuguesa, que tem como Presidente Honorário D. Duarte Pio de Bragança.
Este movimento partidário é dos que melhor tem sabido utilizar a internet, dentro dos chamados pequenos partidos, para divulgar as suas actividades, principalmente de âmbito parlamentar. Conta para isso de um site moderno e actualizado regularmente, de um canal de vídeos no Youtube e do blog de PQG, que o tem utilizado para saber a opinião dos leitores, através de votações on-line, sobre como deve o MPT concorrer em 2009.
Nas últimas eleições para a Assembleia Legislativa Regional da Madeira, o MPT conseguiu obter representação parlamentar, devido a uma cisão ocorrida no PS-Madeira. Neste momento parece contar com bastante actividade no arquipélago, estando o MPT-Madeira em fase de crescimento e afirmação.
Na verdade, existem por toda a Europa vários partidos ecologistas com assento parlamentar, alguns deles até com forte implementação na vida política. Em Portugal o cenário é completamente diferente, o movimento ecologista de índole partidária foi morto à nascença pelo PCP, com a criação do seu satélite, o Partido Ecologista “Os Verdes”. O MPT apareceu em 1994 como algo de novo, defendendo uma política ecológica de índole ruralista, que foge da esquerda para a direita. Ao fim de 14 anos o projecto parece estar longe de ter vencido e se continuar a concorrer anexado às listas do PSD, pode morrer pela inexistência.
De facto, tanto o MPT, como o PPM e a Nova Democracia, só fazem sentido coligados. Digo isto por representarem um número de eleitores precentualmente baixo, nunca conseguindo ter a projecção mediática sozinhos, capaz dos levarem, por si sós, a uma verdadeira representação parlamentar. Face ao imobilismo do CDS e à confusão geral no PSD, os pequenos partidos de direita deviam aprender com a Esquerda e com o exemplo BE.
Se atendermos aos resultados de 2002, em que o MPT e o PPM concorreram sozinhos, verificamos que os dois somam 0,51% das votações a nível nacional, se juntarmos a isto os 0,7% da Nova Democracia ficamos com um total de 1,21% de expressão eleitoral. A estes dados devemos acrescentar o peso que o MPT e a Nova Democracia têm ganho na Madeira e que o PPM e também a Nova Democracia, muito graças ao nosso colega Paulo Gusmão, têm ganho nos Açores. É preciso acrescentar que existem distritos como o de Aveiro, onde a Nova Democracia teve quase 1% da votação em 2005, onde tem sede e tem vindo a ganhar implementação e projecção, representando aqui o MPT e PPM juntos, mais quase 0,5% dos votos.
Será melhor para o futuro do MPT continuar a concorrer nas listas do PSD? Não me parece.
publicado por Pedro Quartin Graça às 10:21
Agosto 2015
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Lembro-me perfeitamente desse dia trágico: a surpr...
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Caro Dr. Pedro Quartin Graça, em obrigação para co...
Muito lhe agradeço a sua atenção! Parabéns!
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