Blog pessoal criado em 2003
02 de Fevereiro de 2008

A frase do ano:
"Pedimos desculpa por esta pequena república... a MONARQUIA segue dentro de momentos"!
O Conjurado, em 2008-01-31 01:58:04
publicado por Pedro Quartin Graça às 16:16

QUEM TEM MEDO DA MONARQUIA, 100 ANOS DEPOIS? A RESPOSTA ESTÁ AQUI JÁ AO LADO!



Citação:

"As ideias monárquicas só avançam se os republicanos nada fizerem para afirmar as suas."

In: http://www.laicidade.org/campanhas/campanha-subditos-nao-somos-cidadaos
publicado por Pedro Quartin Graça às 14:58

31.1.08 - Blogue Portugal dos Pequeninos

A HISTÓRIA E OS HISTORIADORES

O argumentário utilizado pelo ministro da defesa, o historiador Severiano Teixeira, para vedar a participação do Exército na homenagem a D. Carlos I deve figurar, de agora em diante, numa qualquer antologia de anedotas. Teixeira já se tinha distinguido, em tempos, num livrinho sobre a República, por veicular ideias que não eram exactamente suas ou originais. É um homem a reboque da pequena história e, talvez por isso, apareça de vez em quando a ornamentar governos do regime. De qualquer forma, e para os interessados sem preconceitos espúrios - para ser delicado que ainda é cedo -, Rui Ramos falará sobre D. Carlos na Universidade Católica de Lisboa, mais logo pelas 21.30. Sempre é um historiador livre.
Adenda: O senhor ministro, amavel e servilmente, telefonou ao historiador Rosas - autor do requerimento do BE que acabou implicitamente secundado por todos os outros partidos - a informá-lo do seu douto despacho. Estão bem uns para os outros.
Publicada por João Gonçalves em 31.1.08
publicado por Pedro Quartin Graça às 14:57

Thursday, January 31st, 2008...12:35 - Blogue Atlântico
Paulo Pinto de Mascarenhas

Quem tem medo de D. Carlos?
Através do João Gonçalves no Portugal dos Pequeninos, fico a saber que num gesto de enorme coragem o ministro da Defesa ordenou que as tropas se retirassem da homenagem a D. Carlos I. Ao ler a notícia do DN verifico surpreendido que Nuno Severiano Teixeira sucumbiu às ameaças do deputado do BE, Fernando Rosas. Pior ainda o grau paroquial a que chegou um assunto como este, com um ministro a informar pessoalmente um deputado de uma decisão governamental. Por telefone, como se ufana Rosas: “O ministro [da Defesa] teve a gentileza de me telefonar comunicando que já emitiu um despacho no sentido de não autorizar a participação de bandas do exército nas comemorações do centenário do regicídio“. Grande despacho este.

Esperava mais e melhor do ministro. Sou republicano - ou melhor, não me parece que a questão monárquica seja hoje relevante em Portugal - mas admiro-me que cem anos depois ainda exista quem tenha medo do fantasma de D. Carlos I. Para comemorar a implantação de uma I República que foi tudo menos democrática e pluralista já se prevêem fatias do orçamento e outras prebendas em 2010. Mas não se pode recordar com a dignidade possível um Chefe de Estado que foi assassinado (como diz e bem o deputado Pedro Quartin Graça, do MPT, D. Carlos I, para além de monarca, era o Chefe de Estado em 1908). Este é realmente um Portugal muito pequenino.
publicado por Pedro Quartin Graça às 14:54

Quem tem medo de D. Carlos I?

In: Blogue Atlântico


"Quis o destino que D. Carlos, como rei, enfrentasse tempestades. Quiseram os homens que lhe não fosse dado tempo para as superar. Neste momento em que se completam cem anos sobre a trágica morte do rei D. Carlos, é nosso dever honrar a memória de um português que sempre procurou servir a pátria."

Aníbal Cavaco Silva, Presidente da República, 1.02.2008
publicado por Pedro Quartin Graça às 10:05

Meditação sobre o Regicídio“
Quando ao sol poente daquele dia, há quarenta e nove anos, a anti-nação assassinou o Rei e o Príncipe Real, caíram por terra, na pedra batida ali do Arsenal, dois homens, uma Pátria, o carácter dum povo e um princípio secular de soberania… Se a Maçonaria matou El-Rei D. Carlos, cada português, todos os portugueses, mataram El-Rei segunda vez, na escura cobardia colectiva, na estranha aceitação do crime e das suas consequências políticas…”“Governar é prosseguir um ideal político. Para D. Carlos o ideal era viabilizar o liberalismo em Portugal….”“O sangue tem um preço. O sangue inutilmente derramado por D. Carlos e D. Luís Filipe pesa sobre nós como herança macabra…Vingaremos o sangue de El-Rei D. Carlos no dia em que soubermos pelos caminhos perdidos da Tradição, reencontrar a alma do povo e a face da Pátria”.
Francisco de Sousa Tavares,” Combate Desigual”, ensaios, Janeiro de 1957
publicado por Pedro Quartin Graça às 10:03

Nem todos os deputados são porcalhões...
In: Blog Incontinentes Verbais

A nossa deputação pressionou o Governo para que a fanfarra do Exército fosse impedida de participar na evocação do assassinato de um Chefe de Estado.

Mas, pelos vistos, ainda há quem reaja. Ainda bem.

Voz dissonante é a do deputado Quartin Graça, do Movimento do Partido da Terra (MPT). Eleito pelas listas do PSD nas últimas legislativas, o parlamentar afirmou ao DN que esta contestação "esquece que D. Carlos, além de rei, foi um chefe de Estado português". Para Quartin Graça "a tentativa de interferência do Bloco de Esquerda nos preparativos da evocação do Regicídio é indigna de um representante do povo português, revelando uma visão sectária daquela que foi o papel desempenhado por um antigo Chefe de Estado, o Rei D. Carlos". A quem "todo o País, Forças Armadas incluídas", diz o deputado, "deve o merecido respeito pelos serviços prestados a Portugal em determinado momento da nossa história". Quartin Graça solicitou mesmo à bancada parlamentar social-democrata - que integra como independente - uma intervenção em plenário, para hoje, no sentido de abordar este tema.
publicado por Pedro Quartin Graça às 09:56
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De acordo com os seus pressupostos mas....como diz...
Caro Dr. Pedro Quartin Graça, em obrigação para co...
Muito lhe agradeço a sua atenção! Parabéns!