Blog pessoal criado em 2003
21 de Abril de 2008

SÓ JOÃO ISIDORO DESTOA DAS CRÍTICAS A CAVACO SILVA


Madeira: Oposição considera que Cavaco se submeteu a Jardim


Quase todos os partidos da oposição madeirense consideram que a visita oficial do Presidente da República à Madeira não atingiu os objectivos e que Cavaco Silva se «submeteu» à vontade de Alberto João Jardim e do PSD/M.


João Isidoro, do MPT, considerou que o Presidente da República «teve capacidade de ultrapassar toda a polémica antes e no início da visita».


Afirma que Cavaco Silva «conseguiu o objectivo da viagem, que era dar a conhecer ao país as realidades de uma região ultraperiférica como a Madeira e chamar a atenção para a necessidade de um bom relacionamento institucional».
«Resta saber se as outras partes vão corresponder a esse apelo para a pacificação política. Mas tudo indica que não, pois o primeiro-ministro, José Sócrates, domingo, nos Açores, deu um mau exemplo do que deve ser a postura em relação à Madeira», finalizou.


Fonte:Lusa e PQG
publicado por Pedro Quartin Graça às 17:49

Espanha

Falta de água em Barcelona muda hábitos e mentalidades
A escassez de água em Barcelona obriga a alterar mentalidade e hábitos e os seus quase cinco milhões de habitantes são obrigados a tomar consciência e adoptar medidas para não desperdiçar este líquido precioso.

Sem chuva e com as barragens a registarem o seu nível mínimo, os catalães não poderão lavar os seus automóveis, encher piscinas, regar jardins e hortas, lavar quintais ou tomar três ou quatro banhos ao dia.
O jornalista catalão Daniel Solano confessou à agência Lusa que «a escassez de água é verdadeiramente preocupante, mais do que as pessoas julgam. O único lado positivo é a tomada de consciência por parte da administração e da sociedade».
Na opinião de Solano, «na Catalunha nunca nos preocupámos com os nossos recursos naturais. Sempre desperdiçámos», por isso «é urgente mudar mentalidades».
Convencido de que «muitos estão acostumados a viver desperdiçando a água», Daniel Solano mostrou-se de acordo com as multas, restrições e proibições que o governo catalão impôs aos cidadãos que desperdicem água e que podem ir até aos 3.000 euros.
Daniel Solano acha que todos os catalães «gostariam de ter uma vivenda com piscina, muita água para regar grandes jardins, lavar os seus carros, lavar os seus animaizinhos, lavar quintais. Mas agora tudo isso acabou».
O que não se pode fazer agora - lembrou - é apelar à solidariedade das regiões que tiveram o cuidado de poupar água.
«Sempre desperdiçámos e agora pedimos que aqueles que pouparam sejam solidários connosco. Teríamos que ser mais previdentes», disse Solano.
O jornalista partilha um apartamento com mais cinco pessoas, onde a factura de água é, em média, de 30 euros por mês.
E já começou a tomar as suas medidas preventivas: «reparei as torneiras que perdiam água, coloquei sistemas, sobretudo na casa de banho, para poupar água, lavo a louça sem a torneira sempre aberta, lavo-me uma vez ao dia quando antes eram três e o meu duche dura menos de 10 minutos, lavo os dentes e controlo a torneira, lavo roupa na máquina uma vez por semana: uma de roupa branca e outra escura, não lavo o carro, nem o cão, nem os jardins. Trata-se de ser consciente e saber que sem água a vida é impossível».
E é assim que muitos catalães já começaram a viver. Já se nota na paisagem que há jardins a secar. Há quem vá com o coração apertado deitar água comprada em garrafão no vaso com a planta preferida, mas os canteiros podem estar condenamos à morte se não chover.
Já não se vêem nos pátios e quintais as mangueiras a lavar carros, nem a jorrar água para tirar o pó do chão.
Uns fazem-no simplesmente por medo às multas, mas outros já começaram a tomar consciência de que cada gota que pouparem pode vir a fazer falta amanhã.
E na esfera privada só os que já tomaram consciência conseguem poupar. Dentro de casa não é tão iminente o risco de multa. Há quem não encha a piscina porque alguém vai ver e denunciar, mas «enche a banheira porque ninguém vê», admite Solano.
Para essas situações, a medida equacionada pelo governo é aumentar o preço da água. Mas a polémica dos interesses económicos já se faz sentir. «A sociedade está contra o negócio da água. A água é de todos e ninguém se pode apropriar de um bem tão escasso e valioso, essencial à vida humana».
O que é certo é que há restaurantes que já pretendem cobrar o jarro de água que põem na mesa às refeições.
Daniel Solano considera que, «perante uma situação tão grave, além de sancionar, é preciso controlar». E propõe que «fechem as fábricas onde se engarrafa a água, controlem mais as petroquímicas, os campos de golfe e os locais onde se usa a água para fazer negócio, as máquinas e locais para lavar carros».
Para o jornalista, uma prova de que «nunca houve bom senso» é que «os parques públicos não estão povoados com plantas mediterrânicas».
Mesmo assim, a administração já deu o exemplo e já se vêem as rotundas com fontes desligadas.
Em nome do aproveitamento de água, Daniel Solano apela aos políticos para que «digam a verdade e assegurem que vai mudar o sistema».
Para já, estão a ser divulgados pelos cidadãos «gestos para poupar água». Lavar os dentes com um copo e sem a torneira aberta e deitar água no lavatório para lavar a cara, as mãos ou para barbear fará poupar «12 litros por minuto». Usar um recipiente próprio para papéis e não a sanita. Fechar a torneira de segurança. Consertar as torneiras que pingam ou substitui-las, dispositivos de poupança nas torneiras e chuveiros fará «reduzir o consumo em cerca de 50%». Utilizar a máquina de lavar roupa e louça com a carga completa e o programa adequado porque «quando se lava à mão gasta-se 40 por cento mais de água». Instalar uma cisterna com sistema adequado a poupar «reduzirá para metade o consumo de água» e tomar duche em vez de banho de imersão e fechar a torneira enquanto a pessoa se lava «fará poupar em média 150 litros de cada vez».

Lusa / SOL
publicado por Pedro Quartin Graça às 17:29


A LINHA DO TUA



Em artigo do Público de segunda-feira, 14 de Abril de 2008, o associado do IDP, Rui Rodrigues, fez o ponto de situação da Linha do Tua e apresenta um link para álbum de fotografias da zona onde um grupo de trabalho do IDP estará em visita de estudo no próximo dia 26 de Abril.

Em Portugal, existem poucos locais com aquela beleza, sendo difícil descrever, por palavras, os cerca de 54 quilómetros de via férrea, que separam Mirandela da foz do Tua, pois é uma experiência inesquecível, que fica na memória de qualquer visitante e com o desejo de um dia lá voltar.

Para se ter uma ideia da beleza ao longo desteitinerário, podem-se ver as fotos no seguinte 'site':

http://picasaweb.google.pt/rodrigues.rui1/LinhaDoTua03?authkey=rk1Bwb8VOgY

(Duplo clique para ver fotos)

A LINHA FERROVIÁRIA DO TUA E O FUNDAMENTALISMO DO BETÃO

A barragem do Rio Tua pode ser um investimento interessante para a empresa que a vai explorar, a EDP, mas provocará, sem dúvida, uma perda irrecuperável do transporte público, da paisagem e da agricultura de Trás-os-Montes, que se tornará mais pobre e despovoada.

http://static.publico.clix.pt/carga_transportes/noticias.asp?id=1326417&idCanal=1670

(Duplo clique para ler artigo)
publicado por Pedro Quartin Graça às 15:35

MPT NA EDIÇÃO DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS DE HOJE
O "Diário de Notícias" de hoje é dedicado ao Dia da Terra, que se comemora amanhã e inclui várias referências verdes. Uma delas é ao MPT.
publicado por Pedro Quartin Graça às 15:32
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Não ao servilismo em relação a outros estados; sim...
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Só uma palavra: concordo!
Obrigado pelo seu comentário.PQG
Lembro-me perfeitamente desse dia trágico: a surpr...
É lamentável, cada vez dou-Lhe menos crédito. Mona...
De acordo com os seus pressupostos mas....como diz...
Caro Dr. Pedro Quartin Graça, em obrigação para co...
Muito lhe agradeço a sua atenção! Parabéns!